Ronaldinho Gaúcho vai deixar o estabelecimento prisional em que se encontrava detido no Paraguai, desde 6 de março, por ter apresentado um passaporte falso numa deslocação àquele país da América do Sul, mas nem por isso vai poder regressar ao Brasil.
Tudo porque o juiz Gustavo Amarilla, que conduziu a audência, decidiu que permanecerá, ele e o irmão, Roberto Assis, em prisão domiciliária, no Hotel Palmaroga, no centro histórico de Assunção, a capital do Paraguai.
Aliás, foram os advogados do antigo jogador de Grémio de Porto Alegre, Paris Saint-Germain, Barcelona, AC Milan, Flamengo e Atlético Mineiro a propor o local que, por indicação do juiz será guardado de dia e de noite por elementos das autoridades paraguaias.
Além disso,m os advogados do antigo Campeão do Mundo, Sérgio Queiroz e Adolfo Marín pagaram uma fiança no valor de 1,3 milhões de euros, supostamente retirados de uma conta do antigo craque.
Esta foi a quarta vez que os defonsores dos irmãos Assis apresentaram pedidos de alteração das penas - de prisão preventiva para prisão domiciliária -, mas só agora a justiça paraguaia decidiu aceitar os argumentos da defesa.
Ronaldinho e Assis estão no Paraguai desde 4 de março, quando participariam de eventos promovidos pela empresária Dalia López. Depois de apresentarem documentos falsos na chegada ao país e foram presos em 6 de março.
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