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Treinador português sagrou-se esta quarta-feira campeão brasileiro com o Palmeiras
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Abel Ferreira falou, no dia em que o Palmeiras se sagrou campeão brasileiro, ao podcast 'Palmeiras Cast', abordando as diferentes fases do verdão ao longo da época e recordando os tempos em que o próprio pisava os relvados... enquanto jogador.
"Este [Brasileirão] é um campeonato de regularidade. Nas competições a eliminar, em que temos de ser muito bons a cada etapa, não podemos falhar. E fomos muito bons enquanto nos deixaram. Não engulo a forma como saímos da Taça. Não tenho uma relação muito boa com a comunicação social porque já falo o suficiente. Quando cheguei, disse que a competitividade que existe no Brasileirão é... podes jogar contra o primeiro e ganhar, podes jogar contra o último e perder. Em Espanha, Itália ou França temos duas ou três equipas que lutam pelo título. Aqui há muitas. Fomos muito fortes no campeonato, nas outras duas competições fomos eliminados mas não por mérito do adversário, houve outros fatores que não podem acontecer com o acesso ao VAR", começou por referir.
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Questionado sobre o facto de o Palmeiras ter feito com que o campeonato "parecesse fácil", Abel sublinhou a consistência da equipa. "Parece fácil, parece. Mas a verdade é que as duas equipas que vão disputar a final da Libertadores são do Brasileirão. E nas 'meias' havia outra, o Palmeiras. Isso demonstra bem a competitividade. Nós fizemos parecer fácil. Fomos muito consistentes e os números dizem isso. Melhor ataque, melhor defesa, melhor equipa a jogar em casa. Os factos estão aí para quem os quiser ver. O que esta equipa faz nos treinos... vocês só veem uma parte, eu tenho a sorte de poder assistir a tudo. Construímos uma mentalidade muito forte, um compromisso muito grande. Jogamos para ganhar seja onde for, seja contra quem for. Daqui para a frente só tenho a perder, eu e os meus jogadores. O máximo que podemos fazer é igualar aquilo que já fizemos. E o desafio vai ser perceber, entre todos, qual o nível de compromisso e ambição para continuar a ganhar. Fazer melhor vai ser difícil e as pessoas têm de ter noção disso".
Abel lembrou ainda os tempos em que o próprio pisou os relvados enquanto jogador, destacando as suas melhores caraterísticas. "Era muito forte mentalmente, mas tecnicamente só sabia receber e passar a bola. Também era muito muito rápido e intenso, mas não era muito habilidoso", rematou.
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