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Adjunto de Abel Ferreira critica horário do Remo-Palmeiras e atira: «Em Portugal, existe um estádio na Madeira...»

Após o empate num jogo que arrancou com um grande atraso devido a fortes chuvas, João Martins 'usou' o nevoeiro da Choupana

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João Martins, treinador-adjunto de Abel Ferreira no Palmeiras
João Martins, treinador-adjunto de Abel Ferreira no Palmeiras • Foto: Palmeiras

O Palmeiras não foi além de um empate () na deslocação ao terreno do Remo, num encontro que se iniciou quase duas horas depois da hora prevista devido a fortes chuvas em Belém. No final do duelo da 15.ª jornada do Brasileirão, João Martins, treinador-adjunto de Abel Ferreira no Verdão, apareceu na conferência de imprensa para criticar o horário que estava estipulado para o início da partida, dando como exemplo o peculiar caso de nevoeiro no Estádio da Choupana, na Madeira.

"Estamos habituados a rotinas. É tudo certinho, com horários... quando este tipo de coisas acontecem, temos que nos adaptar sem desculpas, mas são situações diferentes, excecionais. Avisaram-nos ontem. Disseram-nos que quem marca um jogo destes para as 16h00 está a pedir que isto aconteça. Em Portugal, só para dar exemplo, existe um estádio na Ilha da Madeira e às 18h00 sempre fica aquele nevoeiro, neblina. Deixaram de marcar jogos para essa hora porque os jogos eram sempre adiados. Quando chegámos aqui disseram o mesmo: 'Jogo às 16h00 aqui? Vai chover de certeza.' Fomos ver a meteorologia, e chove todos os dias", começou por dizer, antes de concluir: "Quem fez esta programação estava a pedir que isto acontecesse. Mas sem desculpas. É claro que não gostamos, somos muito metódicos, mas o golo do Remo acontece em dois duelos que perdemos, chegamos mal ao jogador do jogo interior, o nosso central não recuperou... A razão não foi o atraso do jogo, mas o campo estava pesado, duro, para correr é preciso gastar muita força. Quando não estamos 100%, pagamos mais caro, principalmente nas decisões no último terço. A partir dos 30 minutos aquela calma que deveríamos ter não tivemos. Mas é isso, quarta-feira há mais, e temos de continuar em frente."

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