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Técnico português não esconde ambição naquela que é a sua primeira experiência como treinador principal no estrangeiro
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"Uma grande oportunidade". É desta forma que Álvaro Pacheco encara o novo desafio da sua carreira profissional que agora vai arrancar no Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Na manhã deste domingo, de partida para o Brasil, o agora ex-treinador do V. Guimarães falou aos jornalistas das suas expectativas.
"Vou treinar o gigante da colina, um grande clube brasileiro e mundial. Para mim, é um orgulho muito grande, vou com muita vontade de trabalhar. É um clube que vai voltar a ser gigante e quer fazê-lo o mais rapidamente possível. Vou com uma vontade muito grande de trabalhar, de ajudar o Vasco a ir para os patamares que merece e regressar àquilo que é o mais importante, momentos e decisões", afirmou no aeroporto Francisco Sá Carneiro.
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O que conhece do plantel do Vasco? "É uma mistura muito grande, de jogadores experientes e jogadores jovens com muito potencial. Vejo ali muito potencial. Neste último jogo viu-se a solidariedade, o companheirismo, a capacidade que eles tiveram de lidar com uma adversidade do jogo anterior em casa e uma grande resposta. Vejo um grupo com muito potencial, com muito carácter e vou com muita ilusão de juntos sermos capazes de escrever uma página bonita pelo Vasco".
Clube que tem historicamente ligações a Portugal. Está ciente disso? "Sim, claramente. Sei que foi um grupo que foi fundado por portugueses e brasileiros, em 1898, tem uma história muito ligada a Portugal. Sei também a sua história contra o racismo, contra a desigualdade, aquilo que o clube vascaíno, o clube gigante da colina tem feito ao longo do seu percurso, sei que é um clube que já foi quatro vezes campeão brasileirão, ganhou uma Copa do Brasil, uma Libertadores... Nestes últimos períodos tem passado por altos e baixos e desde 2020 regressou ao Brasileirão, portanto, estou ciente da sua grandeza, daquilo que é a sua exigência, daquilo que é a sua torcida e apaixonada e o amor que também têm pelo clube. Vou com muita vontade de unir o clube para ir em busca daquilo que são os grandes objetivos do clube".
Já conversaram consigo sobre o possível regresso de Philippe Coutinho? "Não. Temos falado de muitas coisas, como devem calcular, foi tudo uma mudança muito rápida e houve assuntos mais importantes que tivemos que resolver, mas aquilo que posso dizer é que o percurso e o currículo do Philippe Coutinho fala por si. É um jogador super experiente, que tem uma carreira fantástica, que já passou pelo Vasco, portanto, se vier, será muito bem-vindo pelos adeptos, pela comissão técnica e acredito também pela administração".
Vai ao jogo com o Fortaleza [jogo para a Taça do Brasil]? "Penso que não foi permitido, mas vou estar presente, vou assistir, vou dar força para irmos em busca daquilo que eu acho que é um grande objetivo, continuarmos na Copa".
Treinadores portugueses no Brasil. "O futebol é global. O treinador português tem que estar preparado para ir para o mundo, como também Portugal está preparado para receber qualquer treinador e acho que o futebol está mesmo isso. Falando em treinadores, para me despedir, quero dar os parabéns ao Rúben [Amorim] pela conquista, acho que foi merecido, foi sem dúvida a melhor equipa do campeonato, dar também os parabéns ao Vasco e ao Tiago pela subida de divisão e dar uma palavra aos Chaves e principalmente ao Vizela: que regressem rapidamente ao primeiro patamar, porque é um clube que merece estar junto dos grandes".
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