Amigo de jogador do S. Paulo conta em tribunal que mulher do assassino o beijou na festa

Novas revelações têm sido feitas em tribunal

Daniel Correa terá sido barbaramente assassinado por ter sido apanhado por Edison Brittes na cama com a mulher - supostamente a tentar violá-la -, mas um amigo do jogador contou esta quinta-feira em tribunal que Cristiana Brittes não é propriamente um exemplo de virtude.

Esse amigo, que esteve na festa de aniversário de Allana Brittes (filha de Edison e Cristiana), mas não na 'after party' em casa da família, onde o jogador do São Paulo seria espancado antes de ser assassinado, contou alguns detalhes da festa. Disse que não acompanhou Daniel a casa da família Brittes porque tinha de trabalhar no dia seguinte. Mas recorda-se que na festa Allana e a mãe estavam embriagadas.

Acresentou que no final da festa, quando tentava relacionar-se com uma das convidadas, recebeu um beijo rápido na boca e, ao perceber de quem se tratava, percebeu que era Cristiana, a mãe da aniversariante.

A mesma testemunha contou que já tinha encontrado Cristiana uns meses antes, sem o marido, num bar, e que a tinha visto relacionar-se abertamente com outro homem.

Recorde-se que Daniel entrou no quarto de Cristiana quando esta se encontrava a dormir no dia da festa e tirou várias selfies, que enviou para os amigos pelo Whatsapp. Foi 'apanhado' por Edison, que o acusou de tentar violar Cristiana.

Após ter sido espancado com a ajuda de outros convidados, o jogador foi atirado para a bagageira de um carro e barbaramente assassinado, depois de Edison ter visto as fotos no telemóvel de Daniel. Além dos cortes no pescoço, o homicida confesso decepou-lhe também o pénis.

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