Autópsia a Daniel Côrrea deixa dúvidas sobre castração

Relatório da Polícia criminal desmente assassino confesso

A morte do futebolista Daniel Côrrea foi causada pelo golpe que recebeu no pescoço, indicam sem dúvidas os pareceres técnicos realizados pela Polícia Científica do Paraná e pelo Instituto Médico Legal. No entanto, a autópsia não determinou se a castração ocorreu ainda com o jogador vivo ou não.

"A degolação parcial foi o motivo da morte, mas não é possível precisar qual a lesão que aconteceu antes e se ele tinha sinais vitais quando foi mutilado", afirmou o diretor do Instituto Médico Legal, Paulino Pastre, em conferência de imprensa.

Já na quinta-feira, o delegado da investigação do caso, Amadeu Trevisan, deu uma conferência de imprensa onde falou sobre o assassinato do futebolista, de 24 anos, referindo que Daniel Côrrea "ouviu a sua própria sentença de morte", ouviu dizerem que o "iam castrar" e "dar-lhe um fim", tendo classificado o assassino confesso, Edison Brittes, como um "psicopata". Recorde-se o crime aconteceu após a festa do 18.º aniversário de Allana Brites, filha do empresário.

O relatório da Polícia Científica confirma ainda que o futebolista foi transportado por mais do que uma pessoa do carro até ao local onde foi encontrado morto, desmentindo assim a versão de Edison. 

"Pelos sinais que encontrámos no chão, é possível dizer que mais pessoas carregaram o jogador", afirmou Jerry Gandin, perito criminal.

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