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Autoridades brasileiras acreditam que jogador do São Paulo assassinado não violou ninguém

Delegado responsável pela investigação diz que o suspeito continua a criar histórias

Edison e Cristiana Brittes
Edison e Cristiana Brittes
Edison e Cristiana Brittes
O delegado Amadeu Trevisan, responsável pela investigação do assassinato de Daniel Correa, o jogador do São Paulo que apareceu morto depois de ir a uma festa de aniversário, no Paraná, disse esta sexta-feira não acreditar que o futebolista tivesse violado a mulher do homicida confesso.

"Tenho a certeza que não houve violação, se a mulher tivesse gritado mais pessoas teriam ouvido. Se ela tivesse acordado da embriaguez, com o Daniel, ela poderia ter saltado pela janela. Ficou claro nos autos que ela estava embriagada e que só o indiciado a ouviu gritar por socorro", disse o delegado.

Daniel Correa apareceu morto no meio do mato, com ferimentos no pescoço e sem os genitais, depois de te ido a casa de Allana Brittes, que nesse dia completava 18 anos. 

Segundo Edison Brittes Júnior, pai de Allana e homicida confesso, o jogador teria tentado violar a sua mulher Cristana Brittes.

"O que nós observamos é que a história do indiciado desmantelou-se, porque a cada momento a polícia desconstrói uma parte e ele cria outra", acrescentou.
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