Bruno está de regresso à cadeia, enquanto aguarda julgamento do recurso

Guarda-redes do Boa Esporte foi condenado a a 22 anos e três meses pela morte da modelo Eliza Samudio

• Foto: Getty Images Sport

Menos de um mês depois de voltar a jogar futebol, com as cores do Boa Esporte, o guarda-redes Bruno regressou à cadeia, após o Supremo Tribunal Federal ter anulado o habeas corpus que deveria mantê-lo em liberdade, enquanto aguarda pelo julgamento do recurso apresentado da decisão da primeira instância, que o condenou a 22 anos e três meses de prisão, por ter ordenado o assassinato da modelo Eliza Samudio.

Bruno apresentou-se de forma espontânea na tarde desta quinta-feira na esquadra regional de Varginha, tendo realizado no local exames de corpo de delito com um médico legista, antes de, por volta das 15h30, ser transportado ao estabelecimento prisional de Varginha. A defesa do futebolista, de 32 anos, já solicitou à juíza responsável pelo processo, em Contagem, que o guardião possa permanecer preso em Varginha.

"Não há motivos para prender o Bruno novamente. Ele está a trabalhar de forma honesta, a jogar sem problemas e não faz mal a ninguém. Quando ele estava preso, levaram quatro anos sem analisar o recurso, mas, depois que foi libertado, resolveram acelerar as coisas", afirmou Lúcio Adolfo, o advogado de Bruno, à versão brasileira do jornal 'El País'.

Bruno deixou a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), onde cumpria prisão preventiva, a 24 de fevereiro e duas semanas depois assinou contrato com o Boa Esporte, de Varginha. Estreou-se pelo clube no dia 8 de abril e desde então disputou mais quatro partidas e acumulou quatro gols sofridos na 2.ª  divisão do Campeonato Mineiro.

Antes da libertação, Bruno tinha cumprido seis anos e sete meses de pena.

Por António Carlos. Rio de Janeiro. Brasil
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