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Davide Ancelotti: «O meu pai cronometrava o tempo que eu demorava a vestir o pijama»

Filho de Carlo Ancelotti fala do espírito competitivo do pai

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Carlo Ancelotti, selecionador do Brasil
Carlo Ancelotti, selecionador do Brasil • Foto: AP

A seleção do Brasil vai atacar o Mundial'2026 sob o comando de Carlo Ancelotti, que procura devolver aos canarinhos um título que escapa desde 2002. Numa antevisão à competição, Davide Ancelotti, filho e adjunto de Carletto, concedeu uma entrevista à 'Gazzeta dello Sport', na qual sobre os principais fatores que a equipa técnica terá de se concentrar durante a preparação.

O calor será um fator a não subestimar, assim como o rumo que o futebol moderno está a tomar. Acredito que a disciplina defensiva e as bolas paradas serão importantes. Do nosso ponto de vista, teremos também de respeitar os valores de um país como o Brasil, que tem a alegria e a humildade como características não só dentro do campo, mas na vida", começou por analisar o técnico de 36 anos.

O jovem treinador abordou também o passado nesta entrevista, recuando até à infância. Davide já acompanha o pai nas lides do futebol desde 2011/12, quando este assinou pelo PSG. Desde muito cedo que foi sendo preparado para a pressão da competição, até através de desafios muito peculiares.

"O meu pai costumava cronometrar o tempo que eu demorava a vestir o pijama. Foi uma grande estratégia de treinador, criar um desafio para mim próprio para me adormecer. Afinal, funciona da mesma forma com os jogadores de futebol, que são sempre muito competitivos", e acrescenta: "Acho que esta competitividade é o segredo dos campeões. Embora por vezes haja quem exagere. Lembro-me, por exemplo, que, no Real Madrid, dois jogadores, cujos nomes não vou referir, se defrontaram num jogo de badminton às 4 da manhã, regressando de um jogo fora, porque tinham feito uma promessa um ao outro. A dada altura, também tivemos de acabar com o fute-vólei porque os jogos eram demasiado renhidos."

Falando de competitividade, seria inevitável mencionar o jogador que mais o impressionou nesse aspeto e, como seria de esperar, foi Cristiano Ronaldo, com quem se cruzou no Real Madrid.

"Tem uma ética de trabalho única. Quando ganhou a Bola de Ouro em 2014, o Cristiano bebeu uma taça de champanhe para celebrar.No treino seguinte, pediu uma sessão extra para queimar as calorias", revela.

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