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Dor de cabeça começou quando assessor da CBF pegou e atirou 'Hexa' na sala de imprensa, no Qatar
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A seleção Brasil continua a aquém daquilo que os seus adeptos esperam e não tardaram a surgir teorias a explicar os recentes insucessos da canarinha. A última já é apelidada como 'maldição do gato' e remonta ao lamentável episódio ocorrido no Mundial do Qatar, em 2022, quando o assessor de imprensa da CBF, Vinicius Rodrigues, agarrou e atirou de forma brusca 'Hexa', um gato que se tinha sentado na mesa da sala de imprensa, antes de uma conferência de antevisão do jogo com a Croácia.
Rezam os supersticiosos que depois disso o Brasil nunca mais teve sorte. Na Argentina comparam a 'maldição do Hexa' à de Béla Guttmann com o Benfica.
A verdade é que, depois de o assessor ter maltratado o felino, o Brasil foi eliminado nos quartos de final do Mundial, pela Croácia, nos penáltis, levando à saída de Tite. Até a seleção de sub-20 caiu às mãos de Israel no Mundial de sub-20, disputado na Argentina...
E a maldição prosseguiu. Neymar sofreu uma grave lesão num joelho, que precisou de oito meses para recuperar. Em consequência, o craque falhou a Copa América, que está a ser disputada nos Estados Unidos, e o Brasil já foi eliminado, pelo Uruguai.
E como se não bastasse, o gato também fez das suas na seleção olímpica, bicampeã em título. Os sub-23 do Brasil falharam o apuramento pela primeira vez em 20 anos; as seleções da Argentina e do Paraguai vão ser os representantes da América do Sul em Paris'2024...
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