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O mau-estar entre Deco e o Selecionador Nacional durante o Mundial'2010 também marcou a carreira do luso-brasileiro...
Autor de uma carreira brilhante, recheada de momentos inesquecíveis, o percurso de Deco contou igualmente com situações menos positivas. Um dos exemplos ajudou a que o luso-brasileiro abandonasse a Seleção Nacional.
Durante a estadia portuguesa no Mundial'2010, na África do Sul, Deco incompatibilizou-se com o selecionador na altura, Carlos Queiroz, e falou com Record no dia 1 de outubro de 2010, a contar a sua versão dos factos.
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"A vontade do Queiroz era mandar-me embora. Eu sei que ele fez um pedido à Federação para que me mandasse embora e a Federação negou. Depois, voltou a tentar afastar-me e dessa vez numa conversa direta comigo e com outras duas pessoas, acusando-me de ter traído a Seleção, de ter traído a confiança dele, de ter traído os meus companheiros, praticamente colocando-me fora da equipa", explicou, antes de deixar duras críticas a Queiroz.
"Tenho uma opinião muito má sobre ele. Podemos ser bons treinadores, bons jogadores ou o que quer que seja, mas existem coisas no carácter das pessoas que são imperdoáveis. E existem coisas na maneira de ser do Queiroz que eu não percebo e não é por uma questão de relacionamento", sublinhou.
O incidente da chuteira
Outra das situações polémicas da carreira de Deco chegou em 2003, quando o médio naturalizado português foi suspenso durante três jogos por alegadamente ter atirado uma chuteira em direção a Paulo Paraty. Isto depois de ver o segundo amarelo, e consequente vermelho, por ter jogado… descalço.
O incidente verificou-se na visita do FC Porto ao Estádio do Bessa (0-1), sendo que Deco negou sempre qualquer tentativa de agredir o árbitro da partida. A justificação? Dar a chuteira a Paraty, uma vez que já tinha sido expulso e já não iria precisar dela no resto do encontro.
Doping
O médio criativo ainda chegou a passar por alguns momentos complicados já este ano, depois de ir a julgamento por ter acusado hidroclorotiazida (um diurético que combate a hipertensão arterial) e carboxi-tamoxifeno (metabólico do tamoxifeno), duas substâncias proibidas. No entanto, Deco conseguiu limpar o seu nome e acabou por ser absolvido.
A defesa do português assentou no facto de nunca ter acusado qualquer tipo de doping ao longo de toda a carreira, além de ter alegado que as vitaminas que tomou estavam contaminadas sem o seu conhecimento. Tudo terminou bem para Deco, que ainda esteve suspenso preventivamente mas, após o julgamento, não falhou qualquer jogo.
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