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Promessa brasileira tinha tudo acertado com blues antes de assinar com o Real Madrid
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Endrick é uma das maiores promessas do futebol mundial. Com apenas 17 anos estreou-se na seleção principal do Brasil e sagrou-se bicampeão pelo Palmeiras treinado por Abel Ferreira. Em 2022, assinou pelo Real Madrid, clube que vai reforçar em 2024, mas o rumo da carreira poderia ter sido diferente.
"Estive muito perto de assinar pelo Chelsea. Os meus pais gostavam muito de Londres e todos falam muito bem de lá", admitiu em entrevista ao 'The Guardian'.
O pai do jovem, Douglas, recordou o momento em declarações ao mesmo jornal: "Tenho de admitir que não gosto do frio, mas a minha mulher e o Endrick gostam. O meu filho gosta muito de brincar à chuva. Recebemos um convite do Chelsea, do dono, e fomos até lá para conhecer o clube e o país. Assistimos ao jogo do Chelsea contra o Arsenal e pudemos ver o treinador, as instalações, o Jorginho, o Azpilicueta e o Thiago Silva. Explicaram-nos tudo. Apresentaram-nos a pessoa que nos iria ajudar a nos instalarmos, que nos mostrou a casa onde iríamos viver, a escola onde o Endrick iria estudar, a igreja que iríamos frequentar. Estava tudo acertado".
Douglas explicou por que Endrick acabou por não ir para o Chelsea: "Ainda não tinha assinado, mas o acordo estava fechado. Já tinha metido na cabeça que ia viver em Londres, com todo aquele frio. Mas depois, à noite, o empresário do meu filho ligou e disse que o Chelsea tinha desistido do negócio porque o preço que teriam de pagar iria inflacionar o mercado. Eram 60 milhões de euros por um miúdo de 16 anos que só chegaria ao país quase dois anos depois".
Endrick falou ainda sobre as críticas que recebe: "A certa altura fiquei chateado porque queria mostrar-lhes quem eu era. Tentei contrariar as críticas e mostrar quem sou. Mas depois percebi que não precisava de o provar, não precisava de mostrar o contrário. Sou o Endrick. Se me quiserem insultar eu não vou ver. Sim, é difícil, mas isso já não me interessa. As críticas já não me magoam".
E continuou, falando sobre o caso de Neymar: "Vejam o que acontece. Em Portugal o Cristiano Ronaldo é um ídolo. Todas as pessoas gostam dele. Na Argentina o Messi é um ídolo. Na Polónia o Lewandowski é um ídolo. E vê-se o que fazem com Neymar aqui no Brasil. Parece que os brasileiros não gostam dele. Isso deixa o jogador um pouco abalado, triste. Mas tento não pensar nisso para não me chatear. Quero fazer os brasileiros felizes com a seleção do Brasil"
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