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Domènec Torrent era adjunto de Guardiola no Bayern Munique e foi decisivo para eliminar as águias na Champions
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O Flamengo anunciou esta sexta-feira Domènec Torrent como o sucessor de Jorge Jesus no cargo de treinador. O espanhol, de 58 anos, foi adjunto de Pep Guardiola no Barcelona, Bayern e Manchester City e saltou para a ribalta em Portugal pela forma como, ao serviço dos alemães, 'desmontou' o Benfica na 2.ª mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões de 2015/16. Mais concretamente no lance do golo de Thomas Müller, o segundo dos germânicos nessa partida (2-2) que ditou o afastamento dos encarnados da prova.
Em junho deste ano, Torrent contou tudo ao 'Olé', explicando que o lance foi trabalhado ao pormenor, isto depois de as águias o terem ensaiado com sucesso diante do Zenit São Petersburgo - a eliminatória prévia, dos 'oitavos', que o Benfica tinha ganho por 3-1. "Tinham feito essa jogada algumas vezes num jogo com o Zenit. Notei que sempre que era colocada a bola no segundo poste, para que depois fosse devolvida ao primeiro, a defensiva do Benfica saía toda em conjunto e deixava os avançados do Zenit em posição irregular", começou por recordar Torrent.
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O trabalho de observação deu frutos e começou a ser ensaiado nos treinos. "Tivemos de o fazer umas 15 a 20 vezes até que começasse a sair bem", acrescentou o agora timoneiro do Mengão, detalhando uma jogada que contou com a intervenção de vários jogadores, mas que teve em Ribéry o elemento fundamental.
Tudo começa num canto batido por Xabi Alonso. A bola era endossada na direção de Javi Martínez - o jogador mais alto do quadro bávaro -, que nas alturas a colocaria no primeiro poste, onde surgiriam Thomas Müller, Thiago Alcantara e Joshua Kimmich para finalizar. Aí, nesse momento, a defensiva do Benfica já estava pronta a sair, altura em que entrou em cena Ribéry. Colocado fora da área, o francês efetua um bloqueio a um dos defesas das águias - no caso Eliseu -, impedindo que este colocasse os dianteiros bávaros em fora de jogo.
"O papel do Ribery nessa jogada foi vital, porque com o seu bloqueio impediu que ficássemos em fora de jogo", assumiu Torrent, que no momento em que foi celebrado o golo acabou por ser engolido pelos jogadores. "A jogada saiu perfeita. É reconfortante. Primeiro pelos jogadores, que estavam felizes por terem conseguido algo que treinaram tanto, porque há muitas vezes que não resulta. E depois por nós, que passamos tanto tempo a ver, a procurar esses detalhes", concluiu.
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