Palmeiras repudia palavras "levianas" de ex-presidente do Corinthians sobre Abel e fala em "xenofobia"

Mário Gobbi criticou duramente o treinador português

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Ex-presidente do Corinthians ataca Abel: «Caga na cabeça da CBF e 'todo o mundo baba ovo'»

O Palmeiras emitiu um comunicado na sequência das declarações que o ex-presidente do Corinthians, Mário Gobbi, proferiu sobre Abel Ferreira no podcast 'Tomando uma com...', considerando-as "irresponsáveis e preconceituosas".

"Vem um português e manda no árbitro, agride o jogador do São Paulo, ofende o árbitro, caga na cabeça da Federação e da CBF. E todo mundo 'baba ovo para ele'. É competente, mas calma, aqui há uma cultura, há futebol! Os outros técnicos estão a começar a 'bater' nos árbitros também. Se o 'senhor' Abel pode fazer isto, os outros pensam que também podem", afirmou Gobbi.

O Verdão saiu em defesa do treinador português e fala mesmo em "xenofobia". "É lastimável que tenhamos de nos manifestar novamente contra declarações levianas – e de cunho xenófobo – endereçadas ao técnico Abel Ferreira", explica o clube campeão brasileiro em comunicado.

"No Palmeiras desde 2020, o Abel nunca agrediu outro profissional e sempre se empenhou em contribuir para o futebol brasileiro, valorizando as nossas virtudes e propondo melhorias indispensáveis para crescermos. Não satisfeito, escreveu um 'best seller' que, por através dos 'royalties' gerados, já beneficiou centenas de jovens acompanhados por entidades assistenciais, demonstrando assim gratidão ao povo brasileiro e respeito pelo país que tão bem acolheu a sua família", prossegue.

"Desta forma, repudiamos veementemente as afirmações irresponsáveis e preconceituosas feitas pelo ex-presidente do Corinthians, Mário Gobbi, cuja conduta foi incompatível com a importância do cargo que outrora ocupou, bem como com o momento de extrema violência que vivemos no futebol e no mundo. Palavras agressivas e insensatas não ajudam a melhorar o nosso futebol e a nossa sociedade; pelo contrário, servem apenas para potenciar a intolerância que todos, juntos, precisamos combater com a máxima urgência", conclui.

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