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Polícia deteve mais um suspeito da morte do jogador do São Paulo e apareceu outro... com o mesmo nome

Confusão de identidades: um Eduardo Purkote preso num condomínio de luxo e outro a apresentar queixa na esquadra

Mais um episódio naquela que já se tornou uma novela na justiça brasileira. O sétimo suspeito de envolvimento na morte macabra do jogador do São Paulo Daniel Corrêa foi preso esta quinta-feira num condomínio de luxo na cidade de São José dos Pinhais, no Paraná. Segundo a imprensa, que cita os depoimentos obtidos pela polícia, Eduardo Purkote, de 18 anos, teria ajudado a agredir o jogador, além de ter partido o telemóvel de Daniel, arrombado a porta do quarto de Cristina Brittes e, possivelmente, ter entregado a Edison Brittes a faca utilizada no crime. Só que reinou a confusão na hora da detenção.

Após a prisão do suspeito, chegou ao posto da polícia de São José dos Pinhais um outro jovem com o mesmo nome de Purkote que procurou as autoridades com a sua identificação para esclarecer o mal entendido: é que, segundo o jovem de 20 anos afirmou aos jornalistas, está a receber vários telefonemas de pessoas que o identificam como suspeito de envolvimento no crime. Mais: nas redes sociais estão igualmente a circular fotografias que associam o jovem ao alegado amigo da família Brittes.

"Esta história está a incomodar-me muito: estou a sofrer de difamação, injúria, e há quem me esteja a mandar mensagens como se eu fosse o acusado. Não tenho nada a ver com a história, nem conheço essas pessoas", disse Eduardo Purkote.

As coincidências, revela o 'Lance' são ainda mais assustadoras: é que os dois homens, o detido e o 'sósia de nome', têm irmãos gémeos e moram na mesma cidade. A diferença na identidade dos dois, além da idade, é que o Purkote que foi preso na quinta-feira tem mais um apelido: Chiuratto.
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