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Ex-internacional brasileiro foi detido, na quarta-feira, juntamente com o seu irmão, por uso de documentos falsos
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Depois de mais de seis horas de audiência, a Justiça do Paraguai decidiu, este sábado, manter Ronaldinho Gaúcho e o seu irmão, Roberto de Assis Moreira, detidos pela posse de documentos de identificação falsos. A ordem de prisão preventiva pode durar até seis meses.
A detenção é resultado de uma operação de busca e apreensão da Polícia paraguaia que encontrou dois passaportes falsos, o de Ronaldo de Assis Moreira (Ronaldinho Gaúcho) e o do seu irmão Roberto, que acompanhou-o na visita ao Paraguai.
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Na quinta-feira, o Ministério Público tinha decidido não iniciar um processo formal contra os dois irmão, contudo, no dia seguinte, o juiz Mirko Valinotti não aceitou a proposta inicial e deu 10 dias para se investigar o caso.
Este sábado, numa audiência que durou mais de seis horas, a defesa alegou que o irmão de Ronaldinho sofre de um problema cardíaco, precisando de cuidados médicos especiais. Contudo, a defesa não apresentou os documentos exigidos pela justiça paraguaia e a tentativa de transformar o caso em prisão domiciliar caiu por terra.
Para além de Ronaldinho Gaúcho e Roberto de Assis Moreira, o promotor Osmar Legal pediu ainda a prisão preventiva da empresária Dalia López, responsável pela visita do ex-jogador de Barcelona e AC Milan ao Paraguai.
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