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Testemunha revela "acordo" entre homicida e o jogador do São Paulo antes de crime macabro

Edison Brittes Júnior convidou Daniel Corrêa para dormir com a mulher do empresário

A cada dia que passa, os contornos que envolvem a morte de Daniel Corrêa - jogador do São Paulo que foi encontrado sem vida numa mata com sinais de tortura, golpes do pescoço e sem os genitais - são ainda mais macabros. As autoridades brasileiras já ouviram várias testemunhas, incluindo o empresário brasileiro Edison Brittes Júnior, assassino confesso do jogador, e esta quinta-feira mais um 'episódio' saiu para a imprensa.

Segundo o 'Lance', uma testemunha afirmou que Edison Brittes teria convidado o jogador para ter relações sexuais com a sua mulher, Cristiana Brittes. "Ele disse que estava muito louco, que convidou Daniel para dormir com a mulher dele. Ele sabia, a mulher também, foi um acordo. E quando ele viu que realmente os dois estavam juntos na cama, revoltou-se e resolveu matar o Daniel", disse a testemunha.

E prosseguiu, revelando que Edison lhe havia confidenciado que usou cocaína e drogas sintéticas antes de cometer o crime.

"A família tem o direito de saber que Daniel não tentou violar ninguém. Ele foi, realmente, inocente na história", concluiu.

Interrogatório de seis horas

O empresário brasileiro Edison Brittes Júnior, assassino confesso do jogador do São Paulo Daniel Corrêa - que foi encontrado morto numa mata com sinais de tortura, golpes do pescoço e sem os genitais - foi ouvido na quarta-feira em interrogatório que durou cerca de 6 horas, avança a imprensa brasileira.
 
Depois de a mulher e a filha já terem contado as suas versões dos acontecimentos daquela noite, foi a vez de Edison Brittes Júnior prestar depoimento. Segundo o relatado pelo 'Tribuna do Paraná', o empresário manteve a versão de que foi ele quem matou Daniel Corrêa, reagindo a uma alegada tentativa de violação da sua mulher, Cristiana Brittes.

No entanto, Edison nega ter sido ele a arrombar a porta do quarto do casal, onde terá encontrado o jogador na sua cama. segundo o advogado de defesa, Cláudio Dalledone Júnior, Edison Brittes Júnior afirmou não ter coagido nenhuma testemunha, reforçando a responsabilidade dele no crime.
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