«Diego Costa por pouco não andou à pancada com adjunto de Simeone»

Jornalista espanhol explica os motivos que levaram à rescisão do Atlético Madrid com o avançado

• Foto: DR

A súbita saída de Diego Costa do Atlético Madrid foi explicada pelo jornalista José Ramón de la Morena, no programa 'El Transistor', da 'Onda Cero'. O jogador estaria "numa situação muito incómoda no clube desde o início da temporada". De La Morena contou, inclusivamente, que o avançado por pouco não andou à pancada com o adjunto de Simeone.

"Não foi uma coisa de agora, a situação estava crispada. O Simeone tentou ajudá-lo, mas depois chegou o Luis Suárez e o Simeone alternou os dois nos primeiros jogos", começou por explicar o jornalista.

"Mas a atitude do Diego Costa foi-se tornando cada vez mais insolente, em vez de um jogador converteu-se num personagem tóxico no balneário e o clube não queria isso. O Atlético quis negociar a saída mas ele exigia o pagamento integral do contrato", acrescentou. 

O jornalista revela que houve momentos de grande tensão. "A relação com o treinador nos treinos era sofrível, mas com Nelson Vivas, o adjunto de Simeone, era pior. Depois de chegarem de San Sebastián, por pouco não andou à pancada com ele."

E prossegue: "O Diego Costa às tantas falou com o diretor desportivo, disse-lhe que tinha um problema familiar e que queria ir para o Brasil, a sua família já tinha ido embora. O diretor desportivo disse-lhe que fosse, mas que não podia jogar em nenhuma equipa da Liga dos Campeões ou da Liga espanhola sem pagar uma cláusula de 20 milhões de euros. Ele recusou."

A situação piorou depois disso. "Deixou de treinar", explicou o jornalista, dizendo que o clube tinha a intenção de o afastar da equipa, por indisciplina, mas que acabou por optar pela rescisão.

Por Record
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