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Francês terá de se voltar para outro dorsal, até porque o português dificilmente o 'soltará'
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Depois de uma passagem sem o sucesso esperado pelo Barcelona, Antoine Griezmann volta a uma casa que bem conhece, mas a verdade é que muito mudou desde a sua saída do Atlético Madrid para a Catalunha e o clube que o francês encontra é bem diferente daquele que deixou em 2019. E uma das novidades acabará por ser a própria camisola do avançado, o tradicional e mítico número 7, que neste momento se encontra ocupado por João Félix.
A 7 foi aquela que utilizou ao longo de toda a sua carreira nos colchoneros - entre 2014 e 2019 -, mas também na última época de Barcelona, algo que mostra bem a ligação que foi forjando com um dos números habitualmente entregues aos homens decisivos e de ataque. Nesta segunda passagem a história terá de ser outra, já que segundo o 'AS' João Félix não estará disposto a renunciar ao número que enverga desde que chegou a Espanha, algo que obrigará Griezmann a voltar-se para outras opções.
Uma delas, a 8, tem um peso histórico elevado, já que foi deixada vaga por Saúl, um nome emblemático do clube que rumou ao Chelsea. A outra opção, esta vista como mais provável, passa por manter o 7 no número, mas acrescentando-lhe um antes, no caso o 17, que pertencia a Saponjic, mas que de momento está vago. Esse dorsal, refira-se, foi utilizado pelo próprio francês no seu primeiro ano de Barcelona, numa altura em que o 7 estava no corpo de Philippe Coutinho.
Note-se que ao longo da sua carreira Griezmann teve sempre o 7 presente nas suas camisolas, muito por culpa da influência e admiração por David Beckham. Na Real Sociedad, por exemplo, começou com a 27, antes de se 'mudar' para a 7 com a qual explodiu antes de dar o salto para outro patamar. Na seleção a história é a mesma e a 7 pertence-lhe há vários anos, ainda que nos seus primeiros tempos tenha envergado a 11.
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