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Eduard Romeu, vice-presidente da área financeira dos catalães, rejeita a ideia de "hipotecar os direitos televisivos"
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Eduard Romeu, vice-presidente da área financeira do Barcelona, deixou esta sexta-feira em entrevista à 'RAC 1' críticas a Javier Tebas, presidente da LaLiga, e frisou que os catalães não pretendem, de maneira nenhuma, "hipotecar os direitos televisivos durante 50 anos", daí terem rejeitado o acordo com o CVC.
"[Tebas] Disse-nos que se fechássemos o acordo com o CVC teríamos uma coisa, caso contrário teríamos outra. Temos aqui um problema. Não é normal que um funcionário da LaLiga 'mate' os dois principais acionistas [Barcelona e Real Madrid]. Ele é co-responsável pela situação do Barça, olhou para o lado", começou por dizer Romeu.
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E prosseguiu, afirmando que um acordo com o 'Bank of America' é uma possibilidade: "Não sei se chegaremos a [receber] 270 milhões de euros, mas ficaremos muito próximos. O que não queremos é ter de fazer hipotecas durante 50 anos".
Eduard Romeu abordou ainda a temática da massa salarial, uma das razões para o Barcelona não ter capacidade para contratar o seu alvo principal: Robert Lewandowski.
"Já conseguimos baixar em cerca de 150 milhões de euros, mas ainda não é suficiente. Neste momento, a massa salarial é de 560 M€, praticamente o dobro do Bayern Munique. Lewandowski? Não é possível contratá-lo agora devido às normas impostas pela LaLiga. Mas se conseguirmos o dinheiro, aí seria possível", rematou.
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Treinador do Al Nassr com artigo de opinião semanal no nosso jornal