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Clube catalão corria o risco de ser despromovido
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O escândalo ontem revelado pela imprensa espanhola, de que o Barcelona terá pago mais de 1,4 milhões de euros a um antigo vice-presidente Comité Técnico de Árbitros, poderá não ter consequências desportivas para o clube catalão, uma vez que, à luz da nova lei do desporto aprovada em Espanha no final do ano passado, o caso prescreveu.
Segundo conta o jornal 'Marca', o artigo 112 da lei aprovada pelo congresso a 22 de dezembro de 2022 prevê que "as infrações muito graves prescrevam aos fim de três anos, as graves ao fim de dois e as leves ao cabo de 6 meses".
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No caso dos alegados pagamentos dos blaugrana a Enríquez Negreira, um antigo antigo árbitro que esteve no comité técnico da arbitragem entre 1994 e 2018, as transferências de dinheiro terão acontecido entre 2016 e 2018. E como cessaram há mais três anos, não há forma de a justiça desportiva punir o clube, que em última instância podia descer de divisão.
Recorde-se que Negreira justificou junto das autoridades as transferências financeiras com o pagamento de serviços de assessoria, que consistiam em explicar aos jogadores como deviam comportar-se com os árbitros durante os jogos. O Barcelona emitiu um comunicado em que corroborou as declarações do antigo vice-presidente Comité Técnico de Árbitros.
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