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Avançado deixou elogios ao argentino, e aproveitou para comparar o papel que tem no Barcelona e na seleção francesa
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Antoine Griezmann aproveitou uma entrevista ao jornal francês 'L'Équipe' não só para deixar rasgados elogios a Messi, seu companheiro de equipa no Barcelona, mas também para analisar a época que viveu na equipa da Catalunha e compará-la com o papel que desempenha na seleção de França.
"A minha relação com Messi é boa. Entendemo-nos bem. Costumamos falar por mensagens, e muito durante os treinos. Em campo, é um jogador com quem é muito fácil jogar. Mandas-lhe um melão e ele transforma em caviar. Não tens a pressão de falhar um passe com ele. Durante o jogo, cada vez fica melhor", começou por confessar o francês acerca da sua relação com o argentino.
O jogador lamentou ainda as "críticas exageradas" das quais foi alvo quando chegou ao clube espanhol: "Na [seleção de] França ganhei respeito. Quem conhece futebol, sabe que me dou bem em todos os lugares para onde vou. Na seleção, todas as bolas passam por mim, sinto-me mais livre, como era no Atlético Madrid. Em Barcelona, foi complicado nos primeiros jogos, as críticas eram exageradas. Porém, acho que na próxima temporada vai melhorar", começou por dizer.
Numa curta análise à época do Barcelona na La Liga, Griezmann confessou que "inicialmente, não se sentiu importante": "Quando perdes o campeonato, ficas triste. No início da temporada, não me sentia importante porque não jogava. Estava habituado a jogar todos os jogos, incluindo os grandes. De repente, estou no banco contra o Real Madrid. Incomoda-te quando vês os teus companheiros a fazer o aquecimento e estás na linha lateral. Mas são decisões do treinador, e nós temos de as aceitar, fazendo os possíveis para que ele muda de ideias".
O avançado fez ainda uma comparação ao papel que desempenha no Barça e na seleção francesa, sublinhando que Deschamps o deixa jogar de forma "mais livre". Griezmann recordou também a final do Euro'2016, que ainda vive na sua memória: "Na França, sinto-me mais livre do que no Barcelona, seja para pedir uma bola ou para ir definir à área. Quando se trata de defender, movo-me consoante as necessidades da equipa. A partir do momento em que estou livre ofensivamente, sinto-me bem". "A final de 2016 ainda está na minha cabeça. São derrotas importantes, tais como as da Champions, que te fazem sentir mal. Isso dá ainda mais vontade de fazer um bom Europeu".
Griezmann elogiou ainda a presença de Karim Benzema na convocatória de Deschamps para o Europeu, referindo tratar-se de "um grande avançado", alguém que "a seleção só pode estar contente por estar presente de novo".
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