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Joan Laporta diz que renovação do argentino colocava “em risco” o futuro do clube
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“Leo queria ficar, por isso não está contente. E nós queríamos que ele ficasse”. As palavras são de Joan Laporta, presidente do Barcelona, o primeiro a abordar publicamente a saída do argentino do Barça. E se todos queriam o mesmo, qual a explicação para este desfecho? “Lamentavelmente, recebemos uma herança nefasta e isso faz com que a massa salarial do plantel represente 110% das receitas. E sem o contrato de Messi, os contratos desportivos representam 95% das receitas. Não temos margem salarial. A situação económica em que se encontra o clube comportaria certos riscos se Messi continuasse, mas estávamos dispostos a assumi-los. Depois dos resultados da auditoria não podíamos colocar mais em risco a entidade. O primeiro acordo eram dois anos pagos em cinco, um critério que não era aceite pela Liga. Depois passámos para um contrato de cinco anos, aceite por Messi, mas que também não entrava nos critérios de fairplay financeiro”, explicou o líder dos catalães. Na mesma conferência de imprensa, Laporta retratou o cenário negro do Barcelona: “Prevemos um prejuízo de 487 milhões de euros.”
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