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Antigo treinador do Barcelona abordou a passagem pelo clube catalão e deixou farpas aos merengues
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Quique Sétien não voltou a sentar-se num banco de suplentes desde que saiu do Barcelona, em agosto do ano passado, mas, garante, não foi por falta de propostas, como o próprio admitiu em entrevista à revista 'Jot Down'.
"Tive ofertas, mas não eram aqui de Espanha. Decidi não as aceitar porque as seleções não me cativam o suficiente e não foram economicamente interessantes", revelou, tendo ainda apontado outro motivo: "Neste momento não me vejo a treinar de novo, perdi todo o interesse."
Numa conversa na qual não deixou de falar na passagem pelo clube catalão, o treinador espanhol disse ter ficado surpreendido quando entrou no balneário dos blaugrana.
"Nunca conheci um balneário como aquele, nem na seleção nem no Atlético Madrid [n.d.r.: por onde passou como jogador]. Era outra coisa. E isso causou-me choque. Há muitas coisas que são impossíveis de controlar. É o que vos digo, nunca encontrei algo assim em quarenta anos que tenho de futebol", realçou, para depois apontar ao Real Madrid e à conquista da La Liga, por parte dos merengues, em 2019/20.
"Podem criticar-me porque perdemos por 2-0 no Bernabéu, mas tivemos três oportunidades na cara do guarda-redes e falhámos. O Real Madrid foi à nossa baliza e marcou um golo pelo Vinícius em que ele acerta não sei bem onde, a bola bate na perna do Piqué e passa por cima do guardião. Não há nada a fazer quanto a isso. Perdemos o campeonato porque o Real Madrid teve seis penáltis e nós entrámos numa fase complicada, porque tínhamos muitos problemas", apontou.
Messi foi igualmente assunto e o facto de o argentino ter conquistado recentemente a Copa América fez com que os elogios multiplicassem. "Já disse muitas vezes que o Messi é o melhor jogador de todos os tempos ou pelo menos desde que comecei a ver, porque não segui Pelé no seu esplendor. Tive a sorte de ver Messi durante 14 ou 15 anos, nos quais estava ansioso por vê-lo jogar no Barcelona para ligar a televisão e vê-lo", considerou Sétien, que contou ainda que não recebeu todo o dinheiro que estava acordado após a demissão do emblema da Catalunha.
"Depois das eleições, dei-lhes um mês e liguei para Carlos Naval para avisar o presidente que queria falar com ele. No dia seguinte, o vice-presidente ligou-me e eu disse-lhe que se eles quisessem entrar em negociações antes do julgamento eu estava disposto a negociar não apenas o dinheiro, mas os termos [das negociações]. Tentou convencer-me a perdoar-lhe a dívida, mas eu não aceitei. Ao fim de um mês e algumas conversas, disse-me que me ia dar o dinheiro, mas até hoje nada aconteceu. Já se passaram dois meses", frisou.
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