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Capitão do Barcelona admitiu que a equipa tem de estar "mais unida do que nunca"
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Sergi Roberto, um dos capitães do Barcelona, admitiu que com a saída de Messi para o Paris Saint Germain "tudo muda" na equipa. Em entrevista ao 'La Vanguardia', o espanhol garantiu ainda que não foi por falta de disponibilidade dos capitães de baixarem os salários que o argentino não continuou em Barcelona.
"Tinhas o melhor do mundo e todas as jogadas ofensivas passavam por ele, marcou 40 golos… Ele estava em todo o lado, combinava comigo, ia ao meio, conectava com o Jordi à esquerda… Estamos a trabalhar sem ele e já com outros automatismos", garantiu.
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Sergi Roberto admitiu que o mote para a nova época é a equipa "estar mais unida do que nunca", sublinhando ainda que se a equipa não consegue "fazer os 40 golos de Messi" vai tentar "fazer 30 e sofrer menos 10". "Tens que te equilibrar. Dar um passo em frente, a começar pelos capitães, depois pelas contratações e os jovens que vão surgindo que terão de ser ajudados. Temos uma equipa muito boa. Estou convencido que é a melhor".
O número 20 do Barcelona admitiu ainda que ver Messi no Paris Saint Germain é "muito estranho". "Sentiremos muito a falta dele, nunca o esqueceremos. Será sempre estranho para nós vê-lo com outra camisola porque pensar no Leo é pensar no Barça. Na equipa ainda não acreditamos. Estamos com saudades do jogador mais importante da história do clube, isso vai custar-nos muito. Para nós e para todos".
A notícia da saída de Messi devido a problemas financeiros do Barcelona levou a que alguns adeptos acusassem os capitães do clube de não baixarem os salários, o que poderia ajudar a manter o argentino na equipa, o que Sergi Roberto garante ser "totalmente falso". "Colaborámos desde o primeiro minuto. Li coisas sobre jogadores que tinham dito que não, quando era exatamente o contrário".
"O que sentimos é que foi dita muita coisa sem se saber. Eu, por exemplo, estou a aguardar a proposta do clube. A minha situação é diferente, termino o meu contrato este ano e vou renovar com um salário mais baixo. Estamos a ajudar", admitiu.
"Os jogadores eram os que mais queriam que Leo ficasse, teríamos dado o nosso melhor, mas o problema foi além dos jogadores, veio de mais longe, seja pela pandemia, seja pela gestão que foi feita, que deixou o clube com números muito maus. Agora é hora de estarmos unidos, precisamos dos adeptos mais do que nunca. Estamos sem eles há mais de um ano. É uma questão de ganhar jogos e títulos e seremos mais fortes com eles", concluiu.
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