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500 trabalhadores em situação delicada
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O Atlético Madrid vive dias complicados como muitas outras empresas em Espanha e pelo Mundo fora e, segundo o jornal 'Marca', os colchoneros têm mesmo a sua viabilidade financeira em causa. Não terminar a temporada desportiva poderá levar o clube que pagou 126 milhões de euros por João Félix a uma crise face à falta de receitas de bilheteira, de patrocinadores, de publicidade ou das vendas dos passes de futebolistas.
Por isso, o quadro de dirigentes do emblema da capitão espanhola já acautela o futuro face a possíveis perdas de 500 milhões de euros num futuro próximo. A pandemia do coronavírus virou vários clubes do avesso e tal como noutras paragens, Miguel Ángel Gil Marín, principal acionista do Atleti já pensa em forma de amenizar os estragos, sendo que uma passará por pedir uma redução salarial ao plantel de Diego Simeone e à própria equipa técnica.
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A ideia é que o impacto seja mínimo para todos e que viabilidade do clube seja protegida. Os mais de 500 trabalhadores dos colchoneros serão desde logo afetados pelo pedido da ferramenta ERTE, semelhante ao layoff, em que o Atlético Madrid contará com a intervenção estatal para complementar 70 por cento dos ordenados de pessoas que deixaram de poder trabalhar com normalidade.
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