«Balneário do Valencia parece um cemitério»: uma crise com vários episódios

Segunda-feira, os jogadores do Valencia cumpriram a ameaça e Albert Celades não teve ninguém a seu lado na sala de imprensa de Stamford Bridge

• Foto: EPA

Os jogadores do Valencia recusaram sentar-se ao lado de Albert Celades - que sucedeu a Marcelino Toral - na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Chelsea, da Champions e a imprensa espanhola revela esta terça-feira mais pormenores sobre a crise que se vive no clube che.

O 'Superdeporte' diz que o "balneário parece um cemitério" e refere que o "silêncio sepulcral dos jogadores no voo de regresso desde Barcelona a Valencia no sábado à noite, assim como no treino de domingo de manhã é muito mais preocupante do que o plantel ter decidido protestar a demissão de Marcelino García Toral".

Segunda-feira, os jogadores do Valencia cumpriram a ameaça e Albert Celades não teve ninguém a seu lado na sala de imprensa de Stamford Bridge .O clube arrisca agora uma penalização da UEFA. O treinador foi do hotel ao estádio do Chelsea apenas acompanhado por vários elementos do departamento de comunicação. "Nestes momentos os grupos tendem a unir-se mais. É isso que quero ver em Stamford Bridge", disse Celades. 

A 'Marca' revela que no Camp Nou (derrota por 5-2) "não falou nenhum representante institucional do clube como estabelece o protocolo televisivo da LaLiga".

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