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Lateral-direito trocou Sporting pelo clube che, a troco de 12 milhões de euros
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‘É um diamante em bruto que precisa de ser lapidado’. Esta é uma das frases mais ouvidas no mundo do futebol quando um jovem jogador começa a dar nas vistas. O potencial elevado em tenras idades fez elevar as expectativas no que toca ao ponto de maturação do próprio jogador, o que muitas vezes encarece os jovens craques sem que eles tenham demonstrado tudo o que têm para dar. Há clubes que preferem antecipar certas contratações para evitarem desembolsar quantias exorbitantes no futuro, mas essas ‘jogadas’, que em certa parte até são compreensíveis, podem, no entanto, trazer alguns dissabores… para não dizer ‘barretes’. Esta última ideia não é para ‘colar’ literalmente a Thierry Correia (que ainda tem muito futebol para mostrar), mas a verdade é que os primeiros passos do português no Valencia não estão correr de feição e a imprensa do país vizinho não poupa nas criticas. Há motivos para Thierry ser apelidado de "fiasco"? Vamos por partes.
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