E se Cristiano Ronaldo e Deco tivessem acabado no... Deportivo Corunha?

Por CR7 não houve dinheiro; pelo médio o erro foi de observação

• Foto:  Pedro Simões 

E se Cristiano Ronaldo e Deco tivessem feito carreira no... Deportivo Corunha? O cenário parece pouco provável, mas foi isso mesmo que esteve perto de acontecer no início da carreira de ambos, segundo detalhou esta segunda-feira Augusto César Lendoiro, o emblemático antigo presidente dos galegos, que no programa 'Ídolos' lembrou os dias em que os dois craques lusos estiveram a um passo de jogar no conjunto da Corunha. E se Ronaldo não foi para a Galiza por falta de dinheiro para cumprir as exigências do Sporting, já Deco foi mesmo por... um erro crasso de observação.

"O Beci, que era secretário técnico do Deportivo na altura, viu o Ronaldo jogar e avisou-nos. A partir daí comecei a ver vídeos dele com 17 ou 18 anos e perguntámos o seu preço. Pediram-nos onze ou doze milhões e aí acabou a festa, porque para nós esse nível era inalcançável. O jogador pelo qual tínhamos pago mais tinha sido o Rivaldo, que nos custou seis milhões de euros. O Cristiano era um miúdo que não sabíamos o que poderia dar, ainda que vissemos coisas espectaculares dele, mas chegou o Manchester United, pagou os doze milhões e ficou com ele", lembrou o antigo líder do Depor, que depois falou no peculiar caso a envolver Deco.

"O Beci, que tinha previsto que o Ronaldo seria um grandíssimo jogador, não viu isso no Deco, nem mesmo depois de uma insistência terrível do Jorge Mendes. Disse-lhe várias vezes 'mas como não viste?'. Não o contratámos por maus relatórios, que supostamente não superava aquilo que tínhamos, mas estava com um bom preço. Ainda assim, diga-se que tínhamos gente muito importante no nosso meio campo", lembrou Lendoiro, bem ao seu estilo.

Por Fábio Lima
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