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Português falou à 'Marca' sobre uma das transferências mais polémicas de sempre
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Cumprem-se esta quinta-feira 25 anos daquela que, para muitos, é a transferência mais polémica da história do futebol. A 17 de julho de 2000, Luís Figo trocava o Barcelona pelo Real Madrid a troco de 62 M€, na altura a transferência mais cara da história. Uma promessa eleitoral que ajudou a levar Florentino Pérez à presidência dos merengues - tomou posse no dia anterior - e que constitui a primeira pedra na era dos Galácticos.
"Não sei se houve alguma transferência mais famosa, sei que foi a mais cara... por isso é que ficou na história", começou por soltar o português numa entrevista à 'Marca' para assinalar a ocasião, reforçando: "Não passo a vida a olhar para o passado. Faz parte da minha história como profissional, seja para bem ou para o mal, e algo muito importante na minha carreira."
Figo reconhece que o golpe dado ao Barcelona com a sua transferência ajudou Florentino Pérez a ascender à presidência do Real, mas rejeita a ideia de que o sucesso do clube nos últimos 25 anos se tenha devido a isso. "Foi importante para a forma como entrou no clube, mas tudo o que se passou nos anos seguintes não teve nada a ver com a minha contratação. Fizeram-se coisas bem e outras mal, como em tudo na vida."
"Mbappé no Barcelona ou Yamal no Real Madrid? Agora seria mais difícil"
E se uma transferência como a de Luís Figo acontecesse agora? A pergunta apela à curiosidade, mas Figo dá uma razão lógica que dificultaria a proeza. "Na vida tudo pode acontecer e não meto as mãos no fogo por ninguém, mas creio que seria mais difícil. As cláusulas de rescisão são demasiado altas e é difícil chegar a um valor... não significa que não possa acontecer com jogadores com uma cláusula mais baixa", considera.
Quanto ao estado do futebol na atualidade, Figo confessa preferir a abordagem "mais livre" e vê o jogo a perder alguma beleza. "O futebol evoluiu mais na parte física do que na criativa e perde-se qualidade. Tem melhores condições treino, mais tecnologia, mas perdes noutros aspetos. Gosto do futebol real, de rua, em que possas fintar e enfrentar o teu adversário. Não gosto há demasiada rigidez e seja só passe, passe e passe, joga-se para manter a posse de bola. Tem de se encontrar um equilíbrio."
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