Liga Espanhola acredita no regresso em junho e conclusão no verão

Tebas lembrou o "impacto profundo" provocado pela crise sanitária

O presidente da Liga espanhola de futebol, Javier Tebas, acredita que a temporada vai ser retomada em junho, depois da suspensão devido à pandemia de covid-19, mostrando-se igualmente confiante na conclusão da mesma "neste verão".

O líder do organismo referiu ainda, num comunicado esta segunda-feira divulgado, que as atividades nos clubes seguem de acordo com "um protocolo abrangente para proteger a saúde de todos os envolvidos".

"A saúde é primordial, por isso temos um protocolo abrangente para proteger a saúde de todos os envolvidos, enquanto trabalhamos para reiniciar 'La Liga'. As circunstâncias são sem precedentes, mas esperamos começar a jogar novamente em junho e terminar nossa temporada de 2019/20 neste verão. Voltar é vencer!", declarou Javier Tebas.

O dirigente lembrou o "impacto profundo" provocado pela crise sanitária e considerou que "o regresso do futebol é um sinal de que a sociedade está a progredir de novo para a normalidade".

"O regresso dos profissionais de futebol envolve a reativação de um setor económico muito relevante e que contribui com 1,37% do PIB [Produto Interno Bruto], gerando 185.000 empregos, num momento em que a situação económica é a principal preocupação", justificou.

A 'La Liga' confirmou que os clubes podem regressar aos treinos durante esta semana, após aprovação do Ministério da Saúde, com um protocolo elaborado pelos seus colaboradores e desenvolvido pelo Conselho Superior de Desportos (CSD).

De acordo com o protocolo de regressos ao treinos, os jogadores começarão a treinar após um exame médico realizado pelos serviços dos clubes e, posteriormente, com um plano de trabalho individual.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 247 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Em Espanha, morreram 25.428 pessoas das mais de 218 mil confirmadas como infetadas.

AJC // AMG

Lusa/Fim

Por Lusa

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