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Advogado do jogador entregou os 222 milhões mas o depósito foi recusado
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Já era esperado mas não deixou de causar impacto. A Liga espanhola recusou o depósito dos 222 milhões de euros respeitantes à cláusula de rescisão de Neymar, entregue pelo advogado do ainda jogador do Barcelona, Juan de Dios Crespo, esta quinta-feira de manhã, confirmando-se o aviso dado há dias por Javier Tebas, presidente do organismo que rege o principal campeonato do país vizinho.
Os motivos já tinham sido explicados. A Liga espanhola considera que o Paris SG está a violar as regras do fair play financeiro com um negócio deste calibre - como Record ontem explicava, o mesmo poderá ser superior aos 500 milhões, entre cláusula e ordenados, sem contar com prémios de assinatura e bónus - e, ao mesmo tempo, a inflacionar todo o mercado de transferências com uma contratação que será a mais elevada de todos os tempos, mais do que dobrando o atual recorde mundial, de Pogba (105 milhões), num exemplo de "doping financeiro".
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"Andrea Traverso [n.d.r.: responsável da UEFA pela monitorização do fair play financeiro] sabe que o problema do PSG não é a possibilidade de vir a ter um défice de 30 milhões num período de três anos, mas sim o inflacionamento das contratações", disse Tebas numa entrevista ao 'AS' há dias.
Ainda em relação ao "doping financeiro", o presidente da Liga espanhola receia a origem dos milhões que o PSG irá gastar em Neymar. Comprado pela Qatar Sports Investment em 2011, o PSG tem grande parte da sua força económica por força do investimento desse grupo e Tebas sublinhou que "é necessário saber se o PSG inflacionou as suas receitas e averiguar a origem e o volume dos seus patrocínios."
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