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Médico da seleção croata aponta o dedo ao técnico italiano pela lesão de Modric
As baixas sucedem-se no Real Madrid, mas Carlo Ancelotti não perde o otimismo para o dérbi de amanhã com o Atlético, agarrado à premissa empresarial de Henry Ford que já no início do século passado defendia a necessidade de encontrar soluções e não arranjar problemas. Ao castigo de Marcelo, juntam-se as lesões de Modric, Bale (duas a três semanas de baixa) e, provavelmente, Benzema, habituais titulares e peças influentes no xadrez merengue, ainda assim insuficientes para retirar o sono ao italiano. "Não me preocupam. Vamos encontrar soluções para as ausências", respondeu o técnico do Real Madrid à Rádio Anch’io Sport, numa altura em que a 2.ª mão dos "quartos" da Champions está à porta e logo perante um adversário contra o qual não soma qualquer vitória em sete confrontos já realizados esta época.
Neste cenário, são certos os regressos ao onze de Coentrão (no lugar de Marcelo) e Isco (substituto de Bale), num provável 4x4x2, com Ronaldo e Benzema no ataque. Se o francês, que voltou a falhar o treino, não recuperar dos problemas no joelho direito, Chicharito será o parceiro de CR7.
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As maiores dúvidas andam à volta do sucessor de Modric, até pela importância do croata no futebol blanco. Illarramendi, Lucas Silva e Khedira, pouco utilizados esta época, apresentam-se como candidatos ao lugar do craque no meio-campo, embora a imprensa espanhola também avance como alternativa uma mudança de sistema, lançando até como remota hipótese a aposta em três centrais, algo que Ancelotti nunca experimentou em 2014/15.
Na entrevista, o italiano reconheceu que a ausência de Modric, bem como de James, tiveram influência na quebra de rendimento da equipa no início do ano e salientou que "as derrotas também ajudam a crescer" e que "as críticas são normais quando se treina um grande clube".
Responsável
E críticas foi o que ouviu do médico da seleção da Croácia, o qual responsabiliza Ancelotti pela entorse no joelho direito que coloca em risco o final de época do médio. "Luka esteve sem competir durante quatro meses e, desde o regresso, Ancelotti não deixou de o utilizar em todos os jogos. Não o poupou em momento algum", referiu Boris Nemec.
Tendo em conta todas estas circunstâncias, o dérbi parece surgir em má altura para os merengues, mas Ancelotti volta a recorrer ao otimismo: "Estamos na luta pela Liga e esperamos chegar à final da Champions." Se não ganhar qualquer destes títulos, a continuidade no Bernabéu está em causa, embora o italiano manifeste o desejo de "continuar a trabalhar no Real Madrid".
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