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"Irritabilidade, stress e excesso de tensão" serão os motivos para a quebra de Ronaldo...
O rendimento de Ronaldo caiu para metade no novo ano – passou de uma média de 1,28 golos por jogo para 0,64 – e, a poucos dias do clássico com o Barcelona, especialistas em psicologia do desporto, em declarações à imprensa espanhola, aconselham o diálogo como terapia para o craque do Real Madrid. Mestre em psicologia desportiva, o português Jorge Silvério discorda e prefere a recordação dos sucessos a uma intervenção profunda.
"É sempre importante trabalhar as componentes física, técnica, tática e psicológica. Imagine-se o que é um jogador com a importância que Ronaldo tem no Real Madrid estar a ser assobiado pelos adeptos dois meses depois de ganhar uma Bola de Ouro. A recordação dos bons momentos é uma das chaves em vez dos apupos", explicou a Record, acrescentando: "Deve-se contextualizar o pequeno momento de insucesso e não lhe dar grande importância. E o clássico traz aquele que considero ser o maior estímulo possível: defrontar Messi. Nenhum deles atingiria um patamar tão alto se não tivesse esta rivalidade."
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A questão pessoal também teve peso
• Na conversa com Record, Jorge Silvério não esconde que o fim do namoro com Irina Shayk também teve influência, "naturalmente", no rendimento de Ronaldo. Mas o especialista português sugere outro tema do mesmo âmbito para fazer o contraponto. "Terminar uma relação sentimental custa sempre e demora algum tempo a ultrapassar, seja por quem for. Isso pesa sempre, mas penso que a relação que Ronaldo tem com o filho pode funcionar como o outro lado da balança para obter o tal equilíbrio de que necessita. É um tema sensível, que necessita sempre da máxima compreensão por parte de quem o segue, como os fãs. Mas estes também foram mal habituados por Ronaldo e quando ele falha, não perdoam", disse.
Ponto de viragem
Os futebolistas, ao contrário do que muitos pensam, não vivem numa bolha. E faz sentido trabalhar todas as componentes sempre, não só quando existe um problema, até porque se for tratado de forma constante, evita-se que se chegue a uma fase menos boa. Normalmente, sou resistente a uma intervenção rápida e de fundo só porque vem aí um clássico, e o que me parece é que Ronaldo não precisa de intervenções mas sim de concentrar-se no que ainda pretende atingir. No máximo, o que faz sentido é que alguém o ajude a relembrar os momentos de sucesso que já atingiu e dar menos importância aos de insucesso que são manifestamente inferiores aos outros. A verdade é: ninguém está sempre no topo mas vem aí o melhor jogo para ele dar a volta. Pode ser o ponto de viragem no momento baixo que ele atravessa.
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