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A outra versão da história das bruxas…
O velho ditado “não acredito em bruxas, mas que elas existem…” bem pode ser aplicado ao que se passa com Cristiano Ronaldo após receber a Bola de Ouro da FIFA que reconhece o melhor jogador do Mundo. Os números estão aí para confirmar a existência das velhinhas desdentadas a voar pelos céus de Madrid agarradas a uma velha vassoura, com os seus chapéus de cone e cabelos grisalhos a esvoaçar.
Quase tudo serve, por estes dias, para apontar o dedo ao CR7, especialmente depois da expulsão diante do Córdoba que o fez ficar de fora nos jogos com a Real Sociedad e o Sevilha, para regressar mais apático que nunca (ele e toda a equipa, diga-se) na goleada sofrida às mãos do vizinho Atlético Madrid.
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Por contraste, o seu grande rival, Lionel Messi, conseguiu tirar o Barcelona da crise em que se afundara por alturas do Ano Novo e os números do argentino nos meses após ter recebido as suas quatro Bolas de Ouro da FIFA quase que esmagam o desempenho de Cristiano Ronaldo quando se olha ao que ele próprio fez precisamente nos meses seguintes a ganhar as suas três Bolas de Ouro.
O contraste começa já por este ano – desde a cerimónia de Zurique, Cristiano Ronaldo disputou quatro jogos pelo Real Madrid marcando três golos. Por seu lado, Messi disputou sete jogos e fez oito golos.
Na época passada, o registo não foi muito melhor, com o CR7 a completar oito jogos marcando cinco golos, contra seis golos em oito jogos de Messi no Barcelona. E quando venceu a sua primeira Bola de Ouro, ainda ao serviço do Manchester United, o avançado português apontou três golos em sete jogos no mês seguinte a receber o troféu, enquanto Messi, sempre no Barcelona, apontava cinco golos em oito jogos.
Isto é, nas três ocasiões em que recebeu a Bola de Ouro, Cristiano Ronaldo apresentou números abaixo da sua média sem que, aparentemente, exista uma explicação lógica para tal.
Curiosamente, os desempenhos do português nos meses logo após Messi ter recebido as suas quatro Bolas da Bola são bem melhores, tendo marcado 20 golos em 26 jogos, mas ainda assim sem conseguir igualar os números do argentino.
O somatório do que os dois jogadores fizeram nos meses após as sete cerimónias da Bola de Ouro que arrecadaram em conjunto não deixa dúvidas: Lionel Messi apresenta um registo bastante superior a Cristiano Ronaldo.
Os números no mês seguinte à Bola de Ouro:
Totais: Ronaldo: 45 jogos, 33 golos
Messi: 51 jogos, 52 golos
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