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Técnico português terminará no 3.º posto no que respeita a total de triunfos...
O trajeto de José Mourinho no Real Madrid tem suscitado avaliações díspares. O técnico português terminará o seu percurso de três épocas com apenas três títulos no bolso, falhando, no fim de contas o principal objetivo, que passava pela conquista da Liga dos Campeões. Ainda assim, e pegando nas declarações de Jorge Jesus após o fim da Liga, o Special One terá o consolo de ter "morrido na praia", ao invés de se "afogar a meio" do percurso. E os números comprovam essa teoria.
Embora a ausência de um pecúlio recheado de títulos tenha contribuido para o fim da sua caminhada merengue, a verdade é que o timoneiro português tem algumas razões para estar orgulhoso. Desde logo o facto de, aconteça o que acontecer nos dois encontros que restam da Liga espanhola, deixar o Santiago Bernabéu com a segunda melhor percentagem de vitórias da história do emblema madrileno.
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Caso vença as duas partidas em falta, Mou terminará com 72,5 por cento de vitórias, ficando atrás do líder desta contabilidade: Manuel Pellegrini. O chileno esteve somente uma temporada no Real (2009/10) e chegou aos 75 por cento. Contudo, seria despedido após o término da mesma, sem qualquer título, mesmo que tenha somado 96 pontos no campeonato - perdeu para o Barcelona, que bateu nessa altura o seu recorde de pontos na competição, com 99.
Por outro lado, caso seja derrotado nas duas próximas rondas, Mourinho ficará com 71,3 por cento de triunfos, que lhe garantem igualmente a vice-liderança (Luis Carniglia, o terceiro, ficou-se pelos 70,59).
Atrás de Del Bosque
No que respeita ao total de vitórias, José Mourinho também já não sairá do terceiro lugar. O português leva, atualmente, 127 triunfos e já não conseguirá igualar sequer os 133 de Vicente del Bosque. Contudo, essa possibilidade chegou a ser real, já que quando atingiu o último lugar do pódio (na altura partilhado com Leo Beenhakker) ficou a 13 triunfos do agora selecionador espanhol, quando restavam ao Real um máximo de 13 encontros para o fim da época.
No topo está, possivelmente para a eternidade, Miguel Muñoz, com 357.
(clique na infografia)
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