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Ao longo dos vários anos da sua carreira, Cristiano Ronaldo foi sempre um jogador que alimentou uma enorme legião de fãs...
Ao longo dos vários anos da sua carreira, Cristiano Ronaldo foi sempre um jogador seguido por uma enorme legião de fãs, mas também nunca escapou a uma enorme lista de "haters". E, mesmo que provavelmente se possa sentir melhor com o carinho recebido das bancadas, CR7 admite que esse ódio acaba por ser uma espécie de combustível para a sua ambição.
"Não me importo de que as pessoas me odeiem, pois isso motiva-me. Quando vou jogar, estão sempre contra mim, mas isso é bom. Têm de ver as coisas positivas que os 'haters' nos trazem. Preciso de um inimigo. É parte disto tudo. Começam a gritar quanto toco na bola. Já era assim quando tinha 18 ou 19 anos e não é problema para mim. Acaba por ser uma motivação", começa por admitir, em entrevista ao "The Times".
"Não sou a pessoa mais humilde do Mundo, admito-o. Não sou falso. Mas, por um lado, sou muito humilde. Gosto de aprender, gosto de aprender noutros desportos, com os melhores atletas. O que estão a fazer? Podes melhorar aqui e ali e acho que isso é interessante. Uma pessoa assim é humilde, pois gosta de aprender", explicou.
Ainda a nível pessoal, Ronaldo admite que o nascimento de Cristianinho o mudou de uma forma radical. No futuro, CR7 gostava que o seu filho seguisse as pisadas do pai, mas os planos do petiz parecem ser outros. "Gostava que fosse avançado e que marcasse golos, mas ele gosta mais de guarda-redes. O meu filho fez-me mudar muito. Já sonhava ter um filho desde os 25 anos e ele mudou realmente a minha forma de pensar. Apoia-me e está sempre a sorrir", admitiu.
Um aspeto importante para CR7 acaba por ser a educação dada a Cristianinho, que na ótica do português é o melhor presente que lhe pode dar, muito para lá dos bens materiais. "É fácil ser um mimado quando tens uma cama grande em que dormir, iogurtes e fruta para comer e carros rápidos na garagem. Um dia pediu-me um iPhone6, mas disse-lhe que não. 'Para que o queres?', perguntei-lhe e ele disse-me 'para te ligar, papá'. Depois disso, disse-lhe 'eu ligo-te e a tua avó passa-te o telemóvel'. Não podes controlar tudo, mas a educação é a melhor prenda que podes dar. Todos os domingos quebramos a rotina: vamos comer hambúrgueres e bebemos Coca-Cola. Esse equilíbrio faz falta", analisa.
E o futuro do internacional português? A vontade é clara: "Quero acabar a minha carreira no futebol dentro de quatro ou cinco anos. Depois disso, irei viver como um rei com a minha família e amigos".
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