A estrela de Almeida
Equipa luta pela subida à Ligue 1
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Quando foi apresentado, em meados de junho de 2015, como novo treinador dos franceses do Red Star FC, Rui Almeida era um desconhecido. Foi Sonia Souid, a glamorosa ex-candidata a miss França que se metamorfoseou em agente, a responsável pela colocação do português no clube parisiense, que tem François Hollande, Presidente da República, como adepto ferrenho, e pela sua descrição à imprensa gaulesa: "Ele é o Gasset português". Não, Sonia não se estava a referir ao filósofo e ensaísta espanhol Ortega y Gasset, expoente máximo da teoria do perspetivismo e da razão vital e histórica, mas sim ao veterano Jean-Louis Gasset, o braço-direito de Laurent Blanc no Bordéus, na Seleção francesa e no PSG. Apesar da diferença de idades, a analogia prendia-se com o trajeto de Almeida como um dos braços-direitos de Jesualdo Ferreira, ao serviço de Panathinaikos, Sporting, Sporting de Braga e Zamalek, as partes mais marcantes de um largo de trajeto de duas décadas como técnico que o levaram a passar pela Síria, onde comandou a seleção sub-23, pelas escolas do Benfica, ou como adjunto de Estoril e Trofense.