Ben Arfa e a cláusula no contrato que o proibia de falar "publicamente mal" do PSG

Chegar a horas aos treinos da equipa valia mensalmente um maior encaixe financeiro

• Foto: Reuters

A novela entre Hatem Ben Arfa e o Paris Saint-Germain continua a ser uma história com uma narrativa... bastante longa. Esta quinta-feira, o diferendo judicial entre as duas partes revelou duas cláusulas, no mínimo, 'curiosas' no que tocava ao contrato do internacional francês pelo emblema de Paris.

De acordo com a informação avançada pelo 'L'Equipe' e por outros órgãos de comunicação internacionais, o extremo gaulês, de 32 anos, estava proibido de falar publicamente mal do clube e ainda de chegar atrasado aos treinos, mas caso cumprisse estas duas cláusulas 'à regra' teria direito a embolsar mais 65 mil libras mensalmente (cerca de 75 mil euros), aos cerca de 500 mil euros que recebia de ordenado.

Relembre-se que Ben Arfa pediu, recentemente, uma indemnização de oito milhões de euros ao Paris Saint-Germain, pelo facto de não ter sido opção durante os anos em que esteve contratualmente ligado ao emblema parisiense. Atualmente, o extremo francês está sem clube, depois de ter terminado contrato com o Rennes, no final da última temporada.

Por Sérgio Magalhães
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