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Avançado brasileiro defende-se da fama de 'fiteiro' e diz que apenas gosta de driblar
Neymar deu entrevista à Fox Sports Brasil em que abordou a fama de 'fiteiro', que se acentuou no Mundial da Rússia. O jogador do PSG diz que gosta de um futebol de drible e que os críticos dão "mais razão" a quem bate do que a quem dá espectáculo.
"As pessoas estão a dar mais razão a quem bate do que a quem dribla. Toda a gente conhece o meu estilo de jogo. É pegar a bola e ir para cima. A minha melhor qualidade sempre foi o drible. É minha melhor versão dentro de campo. Incomoda-me esse tipo de críticas, é difícil explicar o que se sente lá dentro", explicou.
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"As pessoas criticam o meu estilo de jogo. Não quero parecer pretensioso, mas o meu estilo de jogo é o que traz os adeptos ao estádio. Ninguém vai aos estádios para ver carrinhos ou patadas. Se quiserem ver isso, vão ao MMA ou ao boxe. Eu gosto do meu futebol assim e vou continuar deste modo por muito tempo", garantiu o avançado, recém-regressado de uma lesão.
"Toda a gente me apelidou de 'cai-cai'. Depois de 7 meses (após o Mundial) sofri uma lesão porque tentei permanecer de pé. Aí questionaram por que razão eu não caí. Quando tento seguir uma jogada, sofro quatro faltas num lance só e vocês pedem para eu cair. É complicado", frisa.
Bacelona
Neymar abordou ainda a sua saída do Barcelona. O avançado protagonizou a transferência mais cara do futebol Mundial, em 2017, quando o PSG pagou 222 milhões de euros pelo seu passe.
"Fui para o PSG pelo desafio. O desafio de vencer e de procurar algo novo. De encontrar dificuldades novas. O Barcelona foi um clube que sempre me apaixonou, até hoje. Converso com os meus companheiros. Mas fui provar algo novo, procurar algo diferente. Quis provar isso. Mas foi muito difícil tomar a decisão, houve momentos em que hesitei e disse 'não vou'. Fiquei assim umas duas semanas..."
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