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“Pode ser crítico”, analisou o ex-jogador do Créteil e do Montpellier, a propósito dos incidentes com o Lyon
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Os incidentes no estádio do Bastia entre os adeptos locais e os jogadores do Lyon, que levaram à suspensão da partida da última jornada, continuam na ordem do dia. As imagens da invasão do relvado e as tentativas de agressão ao guarda-redes Anthony Lopes perduram nos jornais e nas televisões francesas, embora não surpreendam Rui Pataca. O antigo avançado recorda as deslocações tensas ao Furiani com as camisolas do Montpellier e do Créteil-Lusitanos.
"Aquele estádio é quente. Os adeptos reagem muito ao que se passa durante o jogo. Já vi armas nas mãos dos adeptos do Bastia quando fui lá jogar com o Montpellier. No túnel estás um pouco exposto e muita coisa se passa lá. Já tive muitos momentos tensos com dirigentes do Bastia, por exemplo. Posso dizer que nunca é um ambiente amigável. Pode ser mesmo crítico", disse Rui Pataca, que aos 43 anos segue a carreira de treinador.
O português garante que nunca encontrou um ambiente tão hostil como na Córsega. "Muitas vezes, as equipas só podem viajar no dia seguinte ao jogo. Se o Bastia vence, não se passa quase nada, o pior é quando é o contrário. Se o jogo foi tenso ou se ganhas, posso dizer que se passa uma noite sobressaltada. Nunca estás descansado. Aconteceu-me várias vezes. Marquei lá pelo Créteil-Lusitanos, quando o Artur Jorge era o treinador, e a nossa equipa venceu por 2-1 [2007]. Não se consegue festejar muito, temos de ter cuidado. Imagino como estava o ambiente frente ao Lyon, visto que a equipa pode descer e que chegou um treinador novo [Rui Almeida]."
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