André Villas-Boas está preparado para o desafio que tem pela frente no Marselha. Pelo menos é que o transparece. O técnico português, de 41 anos, foi apresentado, esta quarta-feira, como o treinador do Marselha para as próxima duas temporadas. Na conferência de imprensa, o antigo treinador campeão pelo FC Porto (2010/11) e Zenit São Petersburgo (2014/15) afirmou estar completamente dedicado, ao ponto de "dar a vida" pelo clube.
"Quero mudar tudo. Quero trazer frescura. Sou um pouco obcecado com a organização. Quero controlar tudo", vincou, continuando: "Darei a minha vida para colocar o clube no lugar que merece".
"Estou muito feliz por estar aqui. Chegar a um clube da grandeza do OM [Olympique de Marselha] é fantástico para mim. Temos um grande desafio e faremos tudo para chegar ao final no pódio", disse o treinador português, em conferência de imprensa.
Na época passada, sob o comando de Rudi Garcia e com o defesa central português Rolando, a equipa terminou fora dos lugares que dão acesso às competições europeias, na quinta posição, com 61 pontos, menos 30 do que o bicampeão Paris Saint-Germain.
André Villas-Boas explicou ainda que nos próximos dias vai conhecer melhor o clube e também quais os jogadores em final de contrato, para analisar tudo, tendo em conta as regras do fair play financeiro.
"Vamos analisar tudo, tendo em conta o fair play financeiro e construir o melhor plantel possível para atender ao sonho dos adeptos", avançou o antigo treinador do FC Porto, campeão em Portugal e na Rússia, com o Zenit de São Petersburgo.
O técnico disse estar convencido da "capacidade" da equipa do Marselha, manifestando a expectativa de realizar "uma boa época".
André Villas-Boas admitiu que no Chelsea, clube que treinou em 2011/12, foi muito radical na sua filosofia, mas elogiou a escola do futebol francês, técnica e criativa, e disse que a respeitará.
"Não sou um treinador defensivo, quero jogar um futebol ofensivo, um pouco como o slogan do OM: direto ao golo", justificou.
A nível pessoal, o técnico português disse estar feliz com a carreira, na qual procurava o clube ideal, e disse ter aprendido com a "metodologia de José Mourinho", mas que o mais importante são "os jogadores e as pessoas" que o acompanham.
Não é a primeira vez que o treinador português, atualmente no Al Ittihad, é associado ao clube francês
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