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Avançado do PSG, de 24 anos, foi eleito pela 'France Football' o melhor jogador francês do ano
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Mbappé foi eleito, pela revista 'France Football', o melhor jogador francês do ano na temporada que agora terminou e, em declarações à mesma fonte, falou sobre a sua "fome de ganhar" e voltou a não descartar uma saída do PSG em breve.
"Estou sempre insatisfeito e é por isso que nunca fico impressionado com o que faço. Digo sempre que posso voltar e fazer melhor. Tenho esta fome de ganhar. Não quero estar numa equipa só para participar, e é por isso que as pessoas pensam que sou arrogante. Porque odeio participar. Não está na minha natureza, não é como sou e não tenho medo de dizer o que quero. E também não tenho medo do fracasso, é parte da carreira de um futebolista", começou por referir o craque, de 24 anos.
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Ainda sem qualquer Liga dos Campeões no palmarés, Mbappé assumiu que não é o próprio quem tem de justificar esse 'fracasso' do PSG: "Não sei o que falta ao PSG para ganhar a Champions, não é uma pergunta para mim. Têm que falar com as pessoas que fazem a equipa, que organizam o plantel, que constroem o clube. Eu só tento fazer o meu melhor. Fui o melhor jogador e o maior goleador pelo quinto ano consecutivo na Ligue 1. Segundo os críticos, podia fazer melhor...".
E precisamente sobre essas críticas, o gaulês assume que o facto de ter brilhado ao mais alto nível nos últimos anos faz com que os padrões estejam cada vez mais elevados.
"Há anos que marco muitos [golos]. Para as pessoas, tornou-se normal. Nunca me queixei do facto das minhas exibições serem banalizadas. Eu próprio banalizava aquilo que Messi e Cristiano Ronaldo faziam. Vivemos numa sociedade consumista, onde se aquilo que fizeste foi bom, tens de fazer novamente. Acredito que jogar no PSG não ajuda muito porque é uma equipa que divide [os adeptos]. Talvez atraia as críticas por isso, mas é algo que não me chateia", rematou.
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