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Presidente do PSG comentou a resistência de Barcelona e Real Madrid no projeto
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Nasser Al-Khelaïfi, presidente do PSG, esteve numa reunião da Associação de Clubes Europeus (ECA) em Varsóvia, organismo que também preside, e aproveitou a ocasião para falar sobre a Superliga Europeia, um projeto para rivalizar com a Liga dos Campeões que acabou por fracassar e que conta ainda com Barcelona e Real Madrid. O PSG, refira-se, nunca fez parte da iniciativa.
"Superliga? Chamo a esta ideia uma não-Superliga. É um facto. Estamos unidos como nunca antes. Quiseram dividir-nos e aconteceu o contrário. Com isto, podemos fazer coisas inovadoras, começou por referir o presidente do PSG em entrevista ao portal polaco Meczyki. "No jantar de quarta-feira, disse aos meus sócios da direção: 'Parece um jantar de família. Trabalhamos para o bem coletivo'. A própria UEFA fez uma grande coisa ao travar a Superliga. A este respeito, há que reconhecer também o contributo de Aleksandar Ceferin".
Em relação aos 'resistentes' Barcelona e Real Madrid, Nasser Al-Khelaïfi deixou claro: "Digo-lhes sempre e aconselho-os que podem regressar à ECA em qualquer altura. Para se juntarem à família. Eles são bem-vindos. A Juventus já se retirou do projeto da Superliga. Eles devem fazer o mesmo. Não têm outra alternativa. Não sou contra o Barcelona ou o Real. Não vou excluir ninguém. Sou contra os conflitos e as lutas. Encontrei-me com Joan Laporta e disse-lhe a mesma coisa. Se eles querem lutar, lutem eles próprios. Não vamos perder mais tempo com este assunto. Temos as nossas próprias coisas para fazer. Queremos crescer e a Superliga é hoje uma anedota. Estava morta antes de ser anunciada".
Na entrevista ao portal polaco, Nasser Al-Khelaïfi foi ainda questionado sobre a possibilidade de Robert Lewandowski ter podido rumar ao PSG depois de ter saído do Bayern Munique no verão de 2022: "Tenho uma política de não falar de jogadores que não estão no PSG e de transferências que vão acontecer ou que eram suposto acontecer. Mas não é segredo que o Robert é um avançado fenomenal. Todos os clubes do mundo olharam para ele e pensaram em trazê-lo. Mas o Robert está hoje no Barcelona e eu respeito isso. É preciso ter orgulho nele. Não há muitos avançados como ele, que marcam golos em quase todos os jogos. Uma máquina de fazer golos. E, além disso, é uma pessoa fantástica. Conhecemo-nos e só posso falar dele com superlativos".
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