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Venda de Mbappé poderia ajudar a equilibrar as contas
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O PSG já assegurou Giorgino Wijnaldum como reforço para 2021/22 e pode garantir também Gianluigi Donnarumma e Sergio Ramos. No entanto, a situação financeira dos parisienses não é a melhor para disputar a próxima época. Segundo o 'L'Équipe', o emblema gaulês precisa de lucrar, pelo menos, 180 milhões de euros com a venda de jogadores para evitar um castigo da Comissão de Controlo dos Clubes Profissionais (DNCG) - a qual despromovou o Bordéus à Ligue 2 por questões financeiras -, que não é, nada mais nada menos, do que a entidade financeira responsável pelas contas dos clubes franceses.
Os prejuízos causados pela pandemia da Covid-19 causaram uma perda de 250 a 300 milhões de euros no PSG, ainda assim, a mesma fonte, indica que isso não levou a que o conjunto parisiense tivesse, até ao momento, de fazer algum ajuste para evitar uma punição, avança a mesma fonte. Mas agora a situação é diferente e é preciso obter um valor recorde no que toca a vendas, desde que Al-Khelaifi aterrou na Cidade Luz em 2011. O valor máximo de receita está fixado nos 80 milhões e as opções de negócio não dão garantias de atingir esse montante.
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No plantel às ordens de Mauricio Pochettino há casos para resolver, sendo o de Mbappé o mais sonante. Se o avançado acabar por não renovar e o PSG se decidir por vendê-lo - o valor rondaria os 150 M€ - haverá mais margem de manobra para atingir o valor pretendido. Contudo, o dono do emblema parisiense, Al-Khelaifi, não pretende vender o internacional francês, de 22 anos, pelo que poderá ter de dar guia de marcha a outros jogadores para não correr em imcumprimentos financeiros.
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