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Defesa espanhol, há quatro épocas em Stamford Bridge, apontou o dedo à direção dos blues
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Marc Cucurella foi taxativo quando questionado sobre o mau momento que atravessa o Chelsea. Para o defesa espanhol, a instabilidade começa no banco e na decisão de despedir a meio da época Enzo Maresca, treinador com o qual os blues venceram o Mundial de Clubes no último verão.
“São decisões do clube. Se me perguntas a mim, não teria tomado essa decisão”, afirmou o jogador em entrevista ao 'The Athletic', justificando que o técnico italiano tinha o apoio do balneário apesar do mau momento de forma que a equipa atravessava no final de 2025. “A saída de Maresca teve um grande impacto em nós. (...) Para fazer uma mudança dessas, o melhor é esperar até ao final da época. Darias a toda a gente, os jogadores e o novo treinador, tempo para se prepararem, para terem uma pré-época completa”, defendeu.
Sublinhando a importância da estabilidade, Cucurella vai mais longe, utilizando mesmo como termo de comparação os rivais do clube do norte de Londres. “Olhem para o Arsenal agora, que estão a lutar por todos os troféus. Têm mantido o Arteta durante quase sete anos e não ganharam muita coisa. Mas essa confiança no projeto traz recompensas”.
É justamente a falta de tempo e de uma aposta a longo-prazo, diz, que tem dificultado a tarefa do novo treinador, Liam Rosenior. “As suas ideias de jogo são boas, mas não temos tempo de as treinar”, afirmou o espanhol, função do congestionamento do calendário e das várias frentes em que os blues até há pouco tempo se encontram envolvidos.
A entrevista levou ainda Cucurella a deixar críticas à política de transferências da direção londrina, focada na juventude – sem, no seu entender, pensar na experiência.
“Temos um bom núcleo de jogadores. Os alicerces estão lá. Mas para lutar por grandes troféus, como a Premier League ou a Liga dos Campeões, é preciso mais”, afirmou o futebolista de 27 anos, há quatro épocas em Stamford Bridge (sendo assim um dos jogadores com mais tempo de ‘casa’). É preciso tempo, e sei que os jovens são os que vão ter essa experiência no futuro. Mas é preciso encontrar o equilíbrio entre os dois mundos”.
A entrevista do lateral (que tem colocado em dúvida a continuidade no clube) surge perto do final de uma época que não tem corrido de feição aos comandados de Rosenior. Eliminados de forma humilhante pelos PSG nos oitavos-de-final da Champions (perderam por um agregado de 8-2), têm em risco a presença na próxima temporada da liga milionária, ocupando neste momento a sexta posição do campeonato.
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