Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Avançado do Chelsea considera que os animais são importantes para manter a calma
Seguir Autor:
O burro não é habitualmente o primeiro animal que se pense ter como 'bicho de estimação', mas Kai Havertz contraria isso mesmo. Em conversa com o 'The Guardian', o jogador do Chelsea revelou que desde a sua infância em Aachen, na Alemanha, que o avançado procura nestes animais uma 'terapia'.
"Desde cedo sinto uma relação especial com burros. É um animal muito calmo e à vezes revejo-me neles porque também sou muito calmo. Relaxam o dia inteiro, não fazem muito, só querem viver as suas vidas. Sempre os amei. Quando perdia, ia ter com eles. Olhava para os burros e via algo humano neles. Era um tipo de recuperação, um lugar onde estava em paz", começou por dizer revelando ter recebido um burro em criança e 'apadrinhado' mais três num 'santuário' na sua cidade natal.
Esta paixão fez com que Havertz criasse mesmo uma instituição onde não só ajuda animais, mas também jovens e idosos: "O futebol não é a coisa mais importante na vida. Pode não ser fácil dizer e as pessoas podem não gostar, mas é isto que sinto", remata.
Temporada atribuladaAinda que não considere o futebol como prioridade, Havertz garante que dá tudo dentro de campo. A mudança de treinadores no Chelsea, a venda do clube, as dezenas de contratações multimilionárias e o 10.º lugar na Premier League deixaram o clube sob inúmeras críticas dos adeptos. O internacional alemão garante, ainda assim, que isso não o incomoda.
"Ninguém me pode dizer que não dou 100% em campo. Num momento, todos estão chateados comigo, não marco, não jogo bem, o 'Chelsea tem de me vender'. Agora, marco e toda a gente diz que sou o melhor. Adoram-me, mas daqui a duas semanas voltam a odiar-me. Independentemente de tudo, chego a casa e a minha namorada ainda me pede para meter a loiça na máquina de lavar", diz o jovem 'blue'.
Havertz comentou ainda a entrada de Enzo Fernández e Mudryk: "Chegaram por valores altos e têm apenas 22 anos. Não podem esperar que sejam imediatamente o Neymar. Tal como eu [contratado em 2020 por 80 milhões ao Bayern Leverkusen], precisam de tempo".
Lampard, Tuchel e agora Potter
"Lampard contratou-me, conversámos e, mesmo que não tenha corrido bem para ele, ajudou-me. Por isso, estou agradecido. Tuchel trouxe uma ideia diferente do futebol. Todos os centímetros contam. É de topo. Chegar e vencer a Liga dos Campeões em seis meses diz tudo", confessou.
Quanto a Potter, garante: "Bom para o Chelsea, mesmo depois das críticas. No balneário sabemos as suas qualidades".
Kroos e Kanté são exemplos "Há jogadores cheios de diamantes, que gastam muito dinheiro em coisas que digo: 'Porquê?'. Às vezes parece-me falso. Há também jogadores que não querem saber. O Toni Kroos é um deles: calmo, pés assentes na terra, não quer saber de onstentações. Sabe que há vida além futebol. O N'Golo Kanté é outro. Tem o mesmo telemóvel há 10 anos, não quer saber de carros ou roupas", rematou.
Blues venceram por 7-0 o emblema do terceiro escalão inglês
Investimento milionário dos londrinos não tem tido retorno, e o projeto dá começa a dar sinais de colapso
Central inglês de 31 anos termina contrato com City no final da época
Javier Pastore falou sobre a punição ao médio ex-Benfica, que afirmou recentemente que gostaria de viver em Madrid
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão