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Kieran Maguire, especialista em finanças do desporto, explica que estratégia é legal mas pode não correr bem a longo prazo
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Os mais de 400 milhões de euros gastos em reforços pelo Chelsea desde o início da temporada não passam despercebidos, mas a estratégia adotada pela direção dos blues para 'fugir' às regras do fairplay financeiro - relacionada com a duração dos contratos dos novos jogadores - ainda está dentro da legalidade, tal como explica à Sky Sports Kieran Maguire, especialista em finanças do desporto.
"O que o Chelsea decidiu fazer foi 'espalhar' o custo dos jogadores oferencendo-lhes contratos muito longos. O que se faz no caso de Mudryk, por exemplo, que foi contratado por 100 milhões de euros num contrato de oito anos e meio, é dividir esse dinheiro pela duração do contrato, o que daria 11,7 milhões por temporada. Parece ser essa a estratégia", explica Maguire.
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Outros dos mais recentes reforços do Chelsea é o central francês de 21 anos Benoît Badiashile, que assinou até 2030, num negócio que parece ter... os mesmos moldes. "Pode funcionar se os jogadores se desenvolverem bem e forem um grande sucesso. Dá proteção ao Chelsea caso outros clubes fiquem interessados, porque ainda têm muitos anos de contrato. O lado negativo é que se o jogador não tiver sucesso, coloca-se a complicação de ganhar um salário muito elevado e haver um compromisso de o pagar nos próximos seis, sete ou oito anos. Se resultar é fantástico...".
Apesar de a estratégia ser válida, Kieran Maguire explica que há limitações, e aponta à qualificação para a Liga dos Campeões como essencial para que o Chelsea 'tire frutos' a longo prazo. "Há a restrição de 25 jogadores por plantel. Não dá para estar sempre a contratar e contratar. Se olharmos para o final da temporada, se calhar há quatro ou cinco jogadores que ganham vários milhões por ano, e isso faz com que a massa salarial suba. Quando o Chelsea venceu a Liga dos Campeões, isso rendeu cerca de 120 milhões de euros ao clube. Se compararmos isso à Liga Europa... Por cada libra que os clubes fazem na Liga Europa, fazem 4,5 na Liga dos Campeões. Se o Chelsea não se qualificar, pode ter um impacto muito grande", concluiu.
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