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Agora no Chelsea, o extremo inglês concedeu uma entrevista à 'Sky Sports' explicando os motivos da saída do Manchester City
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A saída de Raheem Sterling do Manchester City para reforçar o rival Chelsea foi uma das mudanças que mais apanhou os adeptos desprevenidos. Contudo, apesar de ter um semblante sempre muito calmo, o internacional inglês assumiu que a saída de Manchester foi tudo menos tranquila.
Em entrevista concedida à 'Sky Sports', o extremo de 27 anos recordou as palavras e os comentários que recebeu e ouviu de várias pessoas e adeptos do clube no momento da sua saída, revelando os motivos que o levaram a colocar um ponto final na ligação de sete anos com os citizens.
"Todos querem sentir-se desejados, e no futebol não é diferente. Quando dás tudo o que tens, sacrificas os aniversários dos teus filhos e depois és tratado da forma como eu fui tratado posso dizer que é desapontante. Naquela altura [momento da saída], eu estava furioso, mas agora isso já passou, faz parte do passo e eu só posso estar focado no presente aqui no Chelsea. Tenho a oportunidade de provar todo o meu valor, uma vez mais", começou por dizer, enumerando as razões que o levaram a sair: "Desentendimentos, contratos a chegar ao fim... Foi uma pena a forma como tudo acabou porque vivi grandes coisas lá. Muitas coisas entraram em jogo, por variadas razões, mas eu não estava a reclamar, estava pronto para ir à luta e, como puderam ver [na última época], mesmo com as exibições que eu fazia, não conseguia assegurar um lugar [no onze], então não fazia sentido nenhum travar uma batalha que não podia vencer."
"Foi a altura certa para eu mudar de rumo e seguir em frente"
"Como jogador queres dar sempre o teu melhor e ajudar a tua equipa, mas quando vês que as coisas não estão a correr de forma justa acabas por ficar desapontado. Se não estás feliz com a tua situação só tens de olhar para as outras opções que tens disponíveis para voltares a sentir essa alegria, e foi exatamente isso que eu fiz. Foi a altura certa para eu mudar de rumo e seguir em frente. Não podia fazer parte de algo que eu sabia que nunca poderia dar tudo o que tinha. [O Manchester City] É um clube fantástico, que conquista muitos troféus e que me ajudou imenso a crescer nos últimos anos. Mas chega o momento em que tens de pensar em ti, no que pensas ser o melhor para ti e no que realmente queres para o teu futuro. E é por isso mesmo que eu estou aqui hoje", terminou.
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