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Após 35 rondas, a formação londrina soma 83 pontos, já mais um do que os conseguidos na época passada, em que ficou no terceiro posto, e apenas menos três do que os 86 que valeram ao Manchester City o
Um Chelsea demolidor face aos pequenos e pragmático face aos grandes assegurou este domingo, a três rondas do fim, o quinto título inglês da sua história e o terceiro na era de José Mourinho.
Após 35 rondas, a formação londrina soma 83 pontos, já mais um do que os conseguidos na época passada, em que ficou no terceiro posto, e apenas menos três do que os 86 que valeram ao Manchester City o cetro de 2013/14.
Os blues nunca estiveram em desvantagem pontual em relação a nenhuma equipa, mas só fugiram ao City, o único que aguentou o ritmo na primeira volta, após a 20.ª ronda, que chegou com as duas equipas em igualdade pontual.
Quatro jornadas depois, a vantagem já era de sete pontos sobre o conjunto de Manuel Pellegrini, que acusou a partida de Yaya Touré para a Taça das Nações Africanas e não mais se encontrou, chegando a cair para o quarto posto.
Indiferente aos problemas do City, o Chelsea foi vencendo - quase sempre pela margem mínima - ou empatando os seus jogos e rumando ao título, numa época em que Manchester United, Arsenal e Liverpool desistiram ainda no primeiro quarto.
Apesar da clara supremacia espelhada pela tabela, o conjunto de Londres apenas foi, realmente, grande face aos pequenos: frente às equipas abaixo do sétimo lugar, o Chelsea conquistou 90,3 por cento dos pontos em disputa (65 em 72), com 53 golos marcados e 16 sofridos.
Os empates com Sunderland (0-0, fora) e Burnley (1-1, em casa) e o desaire em Newcastle (1-2, fora) foram os únicos resultados negativos, até agora, face aos 13 últimos.
Perante os melhores, os conjuntos do top 7 (segundo ao sétimo), o Chelsea foi bem diferente, conseguindo apenas 18 de 33 pontos possíveis (54,5 por cento), ao somar quatro vitórias, seis empates e uma derrota (16-11 em golos).
Os blues só perderam com o Tottenham, num muito pouco habitual -- para Mourinho - 3-5, mas não foram capazes, nomeadamente, de bater o City (dois empates a um), em jogos em que o português preocupou-se sobretudo em não perder.
O risco zero foi alargado a muito mais jogos e Mou não se livrou das críticas, a um Chelsea que para muitos jogou um futebol aborrecido: o técnico luso apontou para a tabela classificativa e quase todos os dados estatísticos.
O Chelsea manda, de facto, em quase todos os aspetos, menos, precisamente, nos golos marcados: conta, para já, 69 e ficará, certamente, muito longe dos números do anterior campeão, que fechou o campeonato de 2013/14 com 102.
O belga Eden Hazard (24 anos), já eleito o melhor jogador da Premier League, foi, sem dúvida, a grande figura dos londrinos, pela classe que emprestou à equipa e ao campeonato, confirmando-se com um candidato futuro à Bola de Ouro.
Os golos de um Diego Costa que nunca se livrou das lesões e as assistências do cérebro Cesc Fàbregas fizeram também toda a diferença, com os dois internacionais espanhóis a afirmarem-se como as grandes contratações.
Além de Hazard, Fàbregas e Diego Costa, também os centrais John Terry (34 anos) e Gary Cahill, o lateral direito sérvio Branislav Ivanovic e o trinco ex-Benfica e igualmente sérvio Nemanja Matic integraram o onze do ano da Premier League.
O guarda-redes belga Courtois, que roubou a baliza a Petr Cech, o defesa esquerdo espanhol César Azplilicueta e os médios brasileiros Oscar e Willian completaram o onze base de José Mourinho, que, praticamente, só lhe mexeu por culpa de lesões ou castigos, uma prática que já vem de longe.
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